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Senado pode votar hoje projeto de desoneração da folha de pagamento

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O Senado poderá deliberar hoje, terça-feira (21), o projeto de lei concernente à desoneração da folha de pagamento em 17 setores da economia, os quais, conjuntamente, representam uma significativa parcela de empregos no país. Segundo o senador Jaques Wagner (PT-BA), relator do projeto e líder do governo, é esperado que, uma vez aprovada a urgência, o tema seja encaminhado diretamente ao plenário. A sessão está agendada para iniciar às 14h.

O projeto em discussão tem como objetivo manter a desoneração em vigor até 2024, enquanto se debate a sua reoneração gradual a partir de 2025. Apresentado pelo senador Efraim Filho (União-PB), o texto faz parte de um acordo entre o Congresso Nacional e o Executivo.

A suspensão temporária da decisão judicial que revogava a desoneração, concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, proporcionou aos parlamentares mais tempo para elaborar um relatório consensual sobre as regras de reoneração gradual.

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Além da questão da desoneração, está programada a votação de um projeto que propõe a uniformização da aplicação de juros e correção monetária em contratos de dívida sem taxa previamente estabelecida, bem como em ações por perdas e danos e em débitos trabalhistas.

O texto, já aprovado na Câmara dos Deputados e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, busca estabelecer critérios claros para a aplicação de juros em contratos sem taxa convencionada, além de propor ajustes na taxa legal de juros. De acordo com o substitutivo apresentado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), essa taxa será calculada como a diferença entre a taxa referencial Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) e o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Outro projeto com expectativa de votação hoje (21) versa sobre a vacinação de crianças nas escolas públicas. O texto estipula que as escolas e unidades de saúde devem divulgar previamente as datas de vacinação e orientar os estudantes a levarem seus cartões de vacinação.

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Embora a vacinação não seja compulsória, as instituições particulares que desejarem poderão aderir ao programa. O parecer favorável foi apresentado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI).

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