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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, neste domingo (3), a Operação Gênesis para investigar três ex-funcionários de uma empresa de tecnologia suspeitos de sabotagem e roubo de dados. De acordo com a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), o grupo é acusado de ter deliberadamente apagado uma plataforma de inteligência artificial avaliada em R$ 10 milhões, poucos dias antes do lançamento oficial.
A plataforma, batizada de EVA, tinha potencial para alcançar mais de 20 milhões de usuários, segundo a investigação. Um dos ex-funcionários teria usado sua senha corporativa para excluir o sistema diretamente do ambiente de produção. Outro ex-colaborador é acusado de exportar senhas pouco antes de ser demitido e de tentar acessar o sistema novamente para confirmar a exclusão. O terceiro suspeito, embora não tenha executado nenhuma ação diretamente, teria participado da articulação do plano, coordenando as conversas internas do grupo.
Durante a operação, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em seis endereços localizados nos bairros do Méier, Cachambi e em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Foram apreendidos notebooks, celulares e outros dispositivos eletrônicos. Dois dos investigados foram levados à delegacia para prestar depoimento e liberados em seguida.
As mensagens trocadas entre os suspeitos revelaram que o grupo discutia, além da exclusão da plataforma, a criação de novas empresas e uma possível migração conjunta para outra companhia. Dois deles abriram CNPJs nos últimos 30 dias, o que reforça a suspeita de concorrência desleal. Também foi apurado que os três não devolveram os notebooks corporativos, que podem conter dados confidenciais, códigos e outras provas das ações cometidas.
A Polícia Civil apura os crimes de concorrência desleal, invasão de dispositivo informático com agravantes, apropriação indébita qualificada e associação criminosa. Os investigadores também querem saber se os dados excluídos foram utilizados em benefício próprio ou repassados à concorrência.
A empresa lesada colabora com as investigações e reforçou que o uso de celulares pessoais para armazenar e compartilhar informações sigilosas contraria as normas internas e compromete a segurança da companhia. A apuração segue em andamento.



















































































