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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou em seu perfil no X (antigo Twitter) uma série de ameaças de morte dirigidas a ele e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As publicações surgiram após o assassinato do ativista conservador americano Charlie Kirk e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Tá rapazeada, agora quem vai matar o Tarcísio e o Nikolas?”, escreveu um internauta. Em outra postagem, uma estudante de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais afirmou: “DIGO E REPITO: NAZIFASCISTA TEM QUE MORRER. SE VOCÊ DISCORDA, SUMA DA MINHA VIDA.”
Em resposta, Nikolas Ferreira publicou:
“Repito: as universidades brasileiras têm formado pessoas que desejam, concordam ou incentivam matar pessoas inocentes por desavença política. Tudo isso embrulhado num pacote colorido chamado ‘tolerância’, ‘amor’ e ‘democracia’.”
A Polícia Federal (PF) prendeu Adalto Gaigher Junior, estudante de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). No mesmo dia, outro estudante, Pedro Bala, do curso de Direito, foi demitido da empresa em que trabalhava após postar uma ameaça de morte contra Nikolas Ferreira nas redes sociais.
A prisão ocorreu no Espírito Santo, um dia antes de uma viagem programada do deputado para o estado. Nikolas Ferreira afirmou que Adalto o perseguia desde 2023, compartilhando mensagens como: “Nikolas, eu vou te matar a tiros”. A PF instaurou um inquérito para investigar o caso, e a conta do estudante no X foi suspensa.
Repito: as universidades brasileiras tem formado pessoas que desejam, concordam ou incentivam matar pessoas inocentes por desavença política. Tudo isso embrulhado num pacote colorido chamado “tolerância”, “amor” e “democracia”.
Isso não é só hipocrisia – é o triunfo da mentira… pic.twitter.com/B5ttbJLP96
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 12, 2025
Em nota, a Ufes repudiou “qualquer tipo de manifestação que incite à violência, ao ódio ou à discriminação”.
Em outro caso semelhante, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) demitiu uma estagiária que publicou: “Fux tem que morrer”. A postagem foi feita durante o voto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux no julgamento que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.