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O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fez um discurso neste sábado (9) em Santa Catarina voltado ao público feminino e defendeu a redução da maioridade penal para 14 anos em crimes como estupro e latrocínio (roubo seguido de morte).
“Eu sou a favor da redução da maioridade penal para 16 anos. Mas sou a favor da redução da maioridade penal para 14 anos em casos de estupro, por exemplo, em casos de roubo seguido de morte”, afirmou Flávio durante o evento que oficializou as pré-candidaturas de seu irmão Carlos Bolsonaro e da deputada Carol de Toni ao Senado por Santa Catarina.
O pré-candidato usava uma camiseta com a frase: “O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula!”
Críticas ao presidente Lula
Flávio também direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), associando o petista a problemas na educação e a um suposto esquema no INSS.
“Nossos jovens estão acabando o ensino médio mal sabendo interpretar um texto, mal sabendo fazer contas simples de matemática. O Lula roubou até a esperança da nossa juventude. Além de roubar a esperança dos nossos jovens, ele está roubando até o dinheiro dos nossos idosos”, disse.
Críticas a Alexandre de Moraes
Em entrevista coletiva antes do evento, Flávio criticou duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria. Ele classificou a medida como uma “canetada burocrática”.
O senador também acusou Moraes de ter participado diretamente da elaboração do texto aprovado pelo Congresso.
“Eu acho estranho, porque foi o próprio Alexandre de Moraes que escreveu o texto que foi aprovado no Congresso Nacional”, afirmou.
Flávio acrescentou que o ministro “interditou o debate no Legislativo, tanto na Câmara quanto no Senado, porque nós queríamos a anistia ampla, geral e irrestrita”.
Carlos fala sobre Eduardo Bolsonaro
Durante o evento, Carlos Bolsonaro fez um discurso que chamou atenção ao mencionar o irmão Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos desde 2025.
“O Eduardo talvez nunca mais volte para o Brasil para poder ver o pai dele. Mas esse bicho aqui [Flávio] saiu da zona de conforto dele para se colocar numa situação parecida com a do meu pai”, disse.
Carlos também fez as pazes publicamente com a deputada Carol de Toni, com quem teve atritos nos últimos meses.
“Só a gente sabe o que a gente passou para fazer essa chapa pura, Carol. Desacreditados em alguns momentos, onde temos diversas barreiras, isso já é passado. Você é fundamental para que isso tudo aqui esteja acontecendo”, declarou.
Racha no PL catarinense
A candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina gerou um racha na base do governador Jorginho Mello (PL), que concorre à reeleição.
O estado tem duas vagas para o Senado. Originalmente, a direita catarinense havia costurado um acordo para que os nomes fossem Carol de Toni (PL) e Esperidião Amin (PP). Com a entrada de Carlos, o partido se afastou de Amin.
Fala do governador
Jorginho Mello, em seu discurso, defendeu a atuação das forças de segurança no estado e rebateu críticas da imprensa.
“A imprensa nacional nos últimos dias tem nos criticado, dizendo que, desde que eu assumi o governo, aumentou a letalidade entre bandido e policial. E vai continuar aumentando, porque aqui bandido não tem vez”, afirmou.















































