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O governo de São Paulo considerou na noite de terça-feira (12) cerca de oito setores da economia que serão considerados prioritários para a flexibilização do isolamento imposto para conter a propagação do novo coronavírus pelo estado.
A escolha dos serviços tiveram como base um levantamento feito pela Fipe que determinou o impacto causado pela pandemia no PIB de 67 setores. Para chegar aos oito prioritários, a equipe do Conselho Econômico do Estado de São Paulo, criado pelo governo em razão da pandemia, considerou o impacto sofrido e o potencial de geração de emprego. São eles: bares e restaurantes, beleza, academias, shoppings, lojas de rua, concessionárias, escritórios em geral e atividades imobiliárias.
Entretanto ainda não existem protocolos definidos para cada setor. De acordo com pessoas ouvidas pela Folha, existem várias frentes sendo montadas para ter a garantia da flexibilização de maneira mais segura e priorizando os setores escolhidos. Um dos únicos consensos entre membros do governo é que a flexibilização será pautada de acordo com os índices registrados pela área de saúde.
Entre outras fatores em análise, existe uma linha que defende reabertura só após o registro de 14 dias seguidos de queda nos casos e 60% de ocupação das UTIs.
Para que os estudos sejam mais assertivos, será necessário que seja feita testagem em massa na população do estado.