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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o advogado e professor universitário Conrado Paulino da Rosa por suspeita de abusos sexuais cometidos contra seis alunas entre os anos de 2013 e 2025. De acordo com relatos das vítimas, os crimes teriam ocorrido mediante uso de medicação para sedação, seguidos de agressões durante as relações sexuais e violência psicológica.
Segundo autoridades locais, os depoimentos das vítimas apresentam semelhanças significativas, mesmo entre mulheres que não se conheciam até recentemente. A advogada Gabriela Souza, que representa as vítimas, afirmou que o comportamento do investigado seguia um padrão, com aproximação sedutora seguida de atitudes violentas.
Em nota, a Fundação Escola Superior do Ministério Público informou que Conrado Paulino da Rosa não integra mais o corpo docente da instituição. O desligamento ocorreu por decisão administrativa, sem qualquer juízo sobre eventuais responsabilidades relacionadas aos fatos. A instituição reforçou que é contrária a qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres.
A Polícia Civil já identificou todas as vítimas e mantém as investigações em sigilo, por se tratar de supostos crimes sexuais.
O investigado publicou uma nota em suas redes sociais afirmando: “Confio que, com a apuração completa, após a minha oitiva e de minhas testemunhas, e a análise da documentação que será apresentada, a verdade dos fatos se sobressairá.” Ele acrescentou que “investigação não equivale a condenação” e repudiou “qualquer forma de violência contra a mulher”. A defesa de Conrado ainda não se manifestou oficialmente.
A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio Grande do Sul (OAB/RS) anunciou a abertura de um processo ético-disciplinar contra Conrado. Segundo a entidade, o processo será conduzido pelo Tribunal de Ética e Disciplina, com possibilidade de suspensão preventiva, caso as alegações sejam confirmadas. A OAB/RS também solicitou cópia do inquérito policial à delegacia responsável para instruir o processo interno e avaliar outras medidas cabíveis.






















































































