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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA ViaMobilidade anunciou, na noite desta quarta-feira (4), a demissão de seis agentes de segurança envolvidos na abordagem que levou à morte de Jadson Vitor de Sousa Pires, no dia 11 de novembro. A decisão foi tomada após a divulgação de imagens que mostraram o desempregado sendo agredido e carregado desacordado para fora da estação Carapicuíba, na Linha 8-Diamante.
De acordo com a perícia realizada pelo Instituto Médico Legal (IML), Jadson morreu por asfixia mecânica provocada por esganadura, resultado das agressões. O caso ganhou repercussão na última segunda-feira (2), após denúncia veiculada pela TV Globo.
Três dos seguranças demitidos já foram ouvidos pela delegacia de Carapicuíba: Davi Reinaldo Mendes, Marcos Paulo Gonçalves Mendes e Evandro de Sousa Gomes. O delegado responsável solicitou a prisão temporária dos três, mas, até o momento, apenas Marcos Paulo Gonçalves Mendes teve a prisão decretada pela Justiça. Ele foi detido na tarde desta quarta-feira (4) após prestar depoimento no 1º Distrito Policial de Carapicuíba.
Pronunciamento da ViaMobilidade
O diretor da ViaMobilidade, André Costa, declarou em entrevista que as demissões ocorreram após a conclusão de uma sindicância interna. Segundo ele, a investigação interna foi conduzida em paralelo às apurações policiais e levou em conta o laudo do IML, que corroborou as decisões da empresa.
“Nós queremos expressar nosso profundo pesar pelo falecimento de Jadson e nossa solidariedade à sua família. Desde o ocorrido, afastamos os agentes e iniciamos uma sindicância para apurar os fatos e contribuir com as investigações das autoridades competentes. Concluímos que as práticas realizadas pelos envolvidos não correspondem aos nossos treinamentos e procedimentos”, afirmou Costa ao veículo.
Medidas corretivas
A ViaMobilidade também anunciou a reciclagem de todos os agentes de segurança das empresas do grupo CCR, com o objetivo de alinhar a conduta dos profissionais no atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade ou sob efeito de substâncias.
O diretor enfatizou que o ocorrido não reflete os valores da empresa. “Transportamos mais de 850 mil passageiros por dia, com 2.500 colaboradores dedicados à segurança e ao cuidado. Esse episódio lamentável não nos representa. A abordagem correta seria acolher a pessoa em situação vulnerável e encaminhá-la para uma unidade de saúde.”

















































































