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Uma nova análise de DNA realizada em descendentes diretos de Cristóvão Colombo pode reescrever a história sobre as origens do explorador que chegou à América em 1492.
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Por séculos, historiadores acreditaram que Colombo era nascido em Gênova, na Itália, filho de uma família humilde. No entanto, um novo estudo conduzido pelo laboratório Citogen e pela Universidade Complutense de Madri sugere que ele pode ter descendido da nobreza galega da Espanha.
Conforme relatado pelo jornal britânico Daily Mail, os pesquisadores identificaram vínculos genéticos com a poderosa linhagem Sotomayor, uma das famílias nobres mais influentes da Galícia medieval.
A descoberta
Os cientistas analisaram o DNA de 12 pessoas enterradas na cripta da família dos Condes de Gelves, na Espanha. O local abriga a maior concentração de descendentes diretos de Colombo, incluindo sua neta.
Entre os 12 exumados, dois compartilhavam material genético sem nenhuma ligação histórica conhecida entre eles:
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Jorge Alberto de Portugal (3º Conde de Gelves, descendente documentado de Colombo)
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Maria de Castro Girón de Portugal (nobre galega ligada a família aristocrática)
O vínculo inesperado levou os pesquisadores a Pedro Madruga (Pedro Álvarez de Sotomayor), um poderoso nobre galego do século XV.
O “teste de exclusão virtual”
Usando mais de 10 mil marcadores genéticos e um modelo computacional que rastreou 16 gerações de história familiar, a equipe concluiu que Pedro Madruga era o ancestral comum mais provável.
Os pesquisadores realizaram um “teste de exclusão virtual”: removeram Pedro Madruga digitalmente da árvore genealógica. O resultado foi que a ligação genética entre os descendentes desapareceu completamente.
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Pistas históricas que reforçam a teoria
Os pesquisadores apontaram várias pistas históricas:
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Pedro Madruga desapareceu dos registros por volta de 1486 – o mesmo período em que Colombo apareceu repentinamente na corte dos Reis Católicos da Espanha
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Os escritos de Colombo continham traços linguísticos galego-portugueses
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Partes do brasão de armas de Colombo se assemelhavam a símbolos ligados à família Sotomayor
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Os descendentes enterrados na cripta tinham concentração genética com populações do norte da Espanha
O que dizem os críticos
A equipe ressaltou que as evidências são indiretas – baseadas em descendentes, não no DNA do próprio Colombo. Isso significa que as descobertas ainda precisam de verificação independente.
A maioria dos historiadores continua acreditando que Colombo nasceu em Gênova, na Itália, apontando para seu testamento de 1498, que identifica Gênova como seu local de nascimento.
Os defensores da teoria da origem espanhola argumentam que Colombo pode ter ocultado sua verdadeira origem – possivelmente para proteger sua família ou evitar perseguições políticas.
O que já foi confirmado
Em 2024, a mesma equipe confirmou o local de descanso final de Colombo. Eles passaram 20 anos realizando análises de DNA em ossos encontrados enterrados na Catedral de Sevilha, na Espanha, confirmando com “absoluta certeza” que pertenciam ao explorador que morreu em 1506.
Contexto histórico
Cristóvão Colombo partiu em 3 de agosto de 1492 do porto espanhol de Palos, com três navios (Nina, Pinta e Santa Maria) e cerca de 100 homens, com esperança de encontrar uma rota para as riquezas da Ásia.
Em 12 de outubro de 1492, os navios chegaram às Bahamas (América). Mais tarde, Colombo avistou Cuba e a confundiu com a China continental.
Em sua segunda viagem (1493), Colombo chegou a Porto Rico, onde escravizou muitos dos nativos da ilha. Estima-se que cerca de 7 milhões de taínos (85% da população) morreram nos quatro anos seguintes.
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