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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, negou, nesta segunda-feira (13), qualquer tipo de interferência na instituição financeira durante governo Bolsonaro.
“Se tivesse alguma pressão para baixar juros durante o período eleitoral, eu teria saído. Nunca teve. Se tivesse qualquer tipo de interferência na minha autonomia, eu teria saído”, disse Roberto Campos Neto no programa Roda Viva, da TV Cultura.
“Eu acho que não estaria fazendo um bom serviço para o país, conduzindo algo que é super técnico, sem a autonomia e sem independência de opinião”, acrescenta o presidente do BC em meio à alta tensão entre o governo e a autoridade monetária.