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A taxa de desemprego do Brasil se manteve em 5,6% no trimestre encerrado em agosto, repetindo a menor marca desde o início da série histórica em 2012, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (30). Em números absolutos, o total de pessoas desocupadas chegou a 6,1 milhões.
O índice registrou recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior (6,2%) e queda de 1,0 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2024 (6,6%). A população ocupada atingiu 102,4 milhões, aumento de 0,5% em relação ao trimestre anterior e de 1,8% em comparação ao ano passado. O nível de ocupação manteve-se em 58,8%, recorde histórico, com alta de 0,2 ponto percentual no trimestre e de 0,7 ponto percentual em 12 meses.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 14,1%, repetindo o menor patamar da série histórica. O número de pessoas subutilizadas caiu para 16 milhões, redução de 6,2% em relação ao trimestre anterior e de 11,8% em relação a 2024. A população desalentada, que busca emprego sem sucesso, atingiu 2,7 milhões, o menor contingente desde janeiro de 2016.
No setor privado, o total de empregados chegou a 52,6 milhões, mantendo estabilidade no trimestre e crescimento de 1,5% em 12 meses. Entre eles, 39,1 milhões tinham carteira assinada, também recorde histórico, com alta de 3,3% no ano. Já os trabalhadores sem carteira registraram queda de 3,3% em 12 meses, totalizando 13,5 milhões. O setor público contava com 12,9 milhões de ocupados, aumento de 2,7% em um ano, enquanto os trabalhadores por conta própria somaram 25,9 milhões, com alta de 4,3% no período anual. A taxa de informalidade permaneceu em 38% da população ocupada, ligeiramente acima do trimestre anterior.
O rendimento médio real foi de R$ 3.488, estável em relação ao trimestre anterior e 3,3% superior ao registrado em 2024. A massa de rendimento alcançou R$ 352,6 bilhões, avanço de 1,4% frente ao trimestre anterior e de 5,4% em 12 meses. O crescimento dos rendimentos foi registrado principalmente em administração pública, saúde e educação, agropecuária, construção e serviços domésticos.