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O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, solicitou ao presidente do PL, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, informações sobre a destinação de recursos do Fundo Partidário ao Instituto Voto Legal (IVL). Corte Eleitoral alega que o partido do presidente da República atenta contra o Estado Democrático.
“Tendo em vista determinação da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, na data de 28 de setembro de 2022, requisito a Vossa Senhoria informações sobre o uso de recursos públicos oriundos do Fundo Partidário na contratação de serviços que resultaram no documento ‘Resultados da auditoria de conformidade do PL no TSE’”, escreveu Gonçalves.
O documento do PL, divulgado na quarta-feira (28) alega supostas falhas no sistema eleitoral brasileiro. Ontem, em resposta à sigla, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disse que o texto possui conclusões falsas e mentirosas e abriu uma investigação sobre o material. Segundo a Corte Eleitoral, o partido do presidente da República atenta contra o Estado Democrático.
“Diversos dos elementos fraudulentos constantes do referido documento são objetos de investigações, inclusive nos autos do Inquérito nº 4.781/DF, em tramitação no STF, relativamente a fake news, e também já acarretaram rigorosas providências por parte do Tribunal Superior Eleitoral, que decidiu pela cassação do diploma de parlamentar na hipótese de divulgação de fatos notoriamente inverídicos sobre fraudes inexistentes nas urnas eletrônicas”, disse o TSE.
No relatório, a sigla do presidente da República acusa o TSE e atraso no processo de apuração eleitoral e aponta a possibilidade de manipulação do resultado da eleição. O documento tem 130 páginas, mas possui um resumo de duas.
A empresa que realizou a auditoria recebeu, em 29 de julho passado, ao menos R$ 225 mil do PL, segundo balanço financeiro do partido enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A informação foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo.