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A Disney prepara uma nova rodada de demissões nos próximos meses, como parte de um processo de reestruturação conduzido pelo novo CEO, Josh D’Amaro.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, até mil funcionários podem ser desligados da companhia. A maior parte dos cortes deve atingir o departamento de marketing.
A decisão ocorre em um momento de forte concorrência no setor de tecnologia e streaming, especialmente com empresas como Amazon e YouTube.
D’Amaro assumiu o comando da Disney em fevereiro, substituindo Bob Iger, que liderava a empresa desde 2022. A escolha do novo CEO foi aprovada por unanimidade pelo conselho da companhia.
Apesar da mudança recente na liderança, os novos cortes já estavam sendo planejados anteriormente. Desde o retorno de Iger ao cargo, a Disney já realizou mais de 8 mil demissões. A maioria ocorreu nas áreas de entretenimento, ESPN e operações corporativas.
Por outro lado, setores como parques temáticos e cruzeiros seguem em expansão. A empresa mantém operações em grandes complexos como o Walt Disney World e a Disneyland. Ao final do ano fiscal de 2025, a companhia contava com cerca de 231 mil funcionários.
Antes de assumir o cargo máximo da empresa, D’Amaro comandava as áreas de parques, cruzeiros, produtos de consumo e inovação. Ele iniciou sua carreira na companhia em 1998, na Disneyland.
Em declarações recentes, o executivo destacou a posição da Disney no mercado. “Enquanto outros do setor estão se consolidando apenas para competir, a Disney está em uma categoria única, pronta para acelerar sua próxima fase de inovação e crescimento”, afirmou.
A Disney não é a única gigante do entretenimento a promover cortes. Empresas como a Sony também anunciaram demissões recentemente, como parte de estratégias para focar em áreas como games e animação.