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O candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSOL, Guilherme Boulos, respondeu às acusações de Celso Russomanno (Republicanos), em debate nesta quarta-feira (11) promovido pelo UOL, em parceria com a Folha de S.Paulo, sobre uma suposta empresa fantasma que teria recebido dinheiro do psolista, denunciada pelo jornalista Oswaldo Eustáquio. Segundo Boulos, a dona da Filmes de Vagabundo mudou de residência e não atualizou o novo endereço.
Veja a resposta de Guilherme Boulos sobre acusações da produtora fantasma:
“A produtora Filmes de Vagabundo pertence à cineasta Amina Jorge, diretora de audiovisual da comunicação digital da campanha. Como muitos profissionais freelancers, ela registrou a empresa, em 11 de setembro de 2018, em seu endereço residencial, como consta no CNPJ.
Em dezembro de 2018, ela mudou de residência e não atualizou o novo endereço jurídico na Junta Comercial. O nome Filmes de Vagabundo, tratado com escracho pelo candidato Celso Russomanno durante o debate, é uma crítica da cineasta à desvalorização da cultura.
Já a empresa Kyrion foi fundada em maio de 2020, com sede administrativa no Butantã, conforme consta no CNPJ.
A empresa presta serviços de planejamento e acompanhamento de pesquisas quantitativas e qualitativas contratadas pela campanha, monitoramento e análise diária de redes sociais e gestão de comunidades digitais.
Para prestar os serviços, a Kyrion conta com uma equipe de 20 colaboradores. O contrato entre a campanha e a Kyrion permite que, em razão da pandemia, os serviços sejam prestados remotamente, razão pela qual não há atividade de campanha na sede administrativa da empresa”.