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Na quarta-feira (21), o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), converteu a prisão domiciliar da doleira Nelma Kodama em liberdade provisória. A primeira delatora da Lava Jato é acusada de tráfico internacional de drogas pela Polícia Federal (PF).
Com isso, Kodama voltou a ter direito de sair às ruas, desde que não saia da cidade de São Paulo nem retire a tornozeleira eletrônica da perna esquerda. Ela também precisará estar em casa das 18h às 6h, todos os dias.
A liberdade da doleira foi concedida em caráter de liminar por meio de um habeas corpus da defesa da 1ª delatora da Lava Jato.
No despacho do desembargador, Bello enumera argumentos da defesa da doleira, entre eles problemas clínicos apresentados por Nelma. “Ademais, (seus advogados) alegam quadro de saúde bastante delicado da paciente, que demandou nos últimos meses inúmeras providências médicas”, diz o documento.
Outro argumento apresentado pela defesa para permitir que Nelma saia às ruas é que seu ex-namorado, capturado pela PF juntamente com a doleira, já está solto há 1 ano.