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Os representantes de Israel no Debate Geral da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nos Estados Unidos, não estiveram presentes durante o discurso de abertura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em sua fala, o líder brasileiro voltou a criticar o país.
“Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sob qualquer ângulo. Mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza”, disse Lula. Ele também mencionou a crise humanitária na região: “Ali, sob toneladas de escombros, estão enterradas dezenas de milhares de mulheres e crianças inocentes. Ali também estão sepultados o Direito Internacional Humanitário e o mito da superioridade ética do Ocidente.”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também não assistiu ao discurso de Lula no plenário. Ele acompanhou a fala de uma sala atrás do púlpito e, ao final, se encontrou com o presidente brasileiro no corredor. Acompanhado apenas pelo chefe do cerimonial do Planalto, Fernando Igreja, Lula conversou com Trump, que sugeriu uma reunião na próxima semana.
Durante o discurso, Lula enviou mensagens indiretas a Trump e aos Estados Unidos. Ele afirmou que o Brasil seguirá como uma “nação independente e como povo livre de qualquer tipo de tutela”. O presidente foi aplaudido ao dizer que a democracia e a soberania brasileira são “inegociáveis”.
Entre os presentes no plenário, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, aplaudiu o discurso de Lula ao final, enquanto o secretário de Estado, Marco Rubio, não o fez.