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(Official White House Photo by Daniel Torok)

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Trump reforça poderio militar no Oriente Médio após Irã não fechar acordo dentro do prazo

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As negociações entre Estados Unidos e Irã sobre o programa nuclear iraniano terminaram sem acordo nesta quinta-feira (26) em Genebra, enquanto o presidente Donald Trump ampliava a presença militar americana no Oriente Médio, sinalizando que um ataque pode estar próximo.

As conversas diplomáticas, intermediadas por Oman, não avançaram de forma decisiva, e o prazo autoimposto por Trump para fechar um acordo sobre o futuro do programa nuclear iraniano se aproxima já neste fim de semana. Apesar disso, a Casa Branca mantém que todas as opções, incluindo a militar, continuam em aberto.

As negociações em Genebra duraram mais de seis horas, com participação do ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, e do mediador omanense Badr Albusaidi. Ambos afirmaram que novas conversas técnicas ocorrerão em Viena, na Áustria, na próxima segunda-feira. A cidade é sede da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão das Nações Unidas responsável pelo monitoramento nuclear.

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Apesar das negociações, a mídia estatal iraniana afirmou que o país rejeitou a principal exigência americana de encerrar seu programa nuclear, reiterando o direito do Irã de desenvolver tecnologia nuclear e exigindo o fim das sanções impostas pelos EUA.

“O Irã rejeitou formalmente as demandas dos Estados Unidos e reafirmou seus direitos nucleares”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baqaei, durante uma pausa nas conversas. Ele criticou declarações contraditórias de autoridades americanas, que, segundo ele, colocam em dúvida a seriedade dos EUA nas negociações.

Por outro lado, após o fim das discussões, o ministro Araghchi declarou que “foi uma das rodadas de negociação mais sérias e mais longas até hoje”. Ele reconheceu que diferenças persistem em alguns pontos, mas afirmou que ambas as partes demonstraram comprometimento em buscar uma solução negociada.

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O cenário político interno do Irã é considerado instável. Relatórios indicam que o líder supremo Ali Khamenei teria marginalizado o presidente Masoud Pezeshkian, eleito em 2024 com perfil reformista, deixando o futuro das decisões políticas iranianas incerto.

O ministério iraniano disse que, embora haja entendimentos em algumas questões, outras permanecem divergentes. Ainda assim, Araghchi afirmou que a seriedade de ambas as partes ficou evidente e que a busca por um acordo continua.

Enquanto isso, autoridades americanas, incluindo o secretário de Defesa Pete Hegseth e o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, foram vistos deixando a Casa Branca no mesmo horário em que as negociações em Genebra encerravam.

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A equipe dos EUA foi liderada pelo enviado especial Steve Witkoff e pelo genro de Trump, Jared Kushner. Fontes relatam que eles saíram da primeira sessão “decepcionados”, mas consideraram o trabalho do dia “positivo”.

Segundo o The Wall Street Journal, os americanos exigem que o Irã desmonte três importantes instalações nucleares — em Fordow, Isfahan e Natanz — que teriam sido atacadas por Washington em junho passado, e entregue todo o urânio enriquecido aos EUA. Além disso, o governo americano quer que qualquer acordo seja permanente, sem cláusulas de expiração, como as presentes no Plano de Ação Conjunto de 2015.

O Irã, entretanto, rejeitou essas condições, e ainda não se sabe quão flexíveis Witkoff e Kushner estão dispostos a ser.

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Discurso de Trump e ameaças de ataque

Na última terça-feira, durante o State of the Union, Trump afirmou que o Irã está desenvolvendo mísseis capazes de atingir os Estados Unidos e criticou o regime por outras “intenções malignas”.

“Estamos negociando com eles. Querem fechar um acordo, mas ainda não ouvimos as palavras sagradas: ‘Nunca teremos uma arma nuclear’”, disse o presidente.

Funcionários americanos tentaram incluir no diálogo discussões sobre o programa de mísseis balísticos do Irã e sobre a repressão de manifestantes, que resultou em milhares de mortes no mês passado. Contudo, Teerã se recusou a tratar desses tópicos.

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Trump não se pronunciou publicamente nesta quinta-feira e evitou responder a perguntas sobre a possibilidade de assassinar Khamenei, embora tenha declarado que apoia a mudança de regime. Analistas acreditam que o presidente americano estaria inclinado a autorizar um ataque limitado em resposta à violação de suas “linhas vermelhas” pelo Irã na repressão aos manifestantes.

De acordo com Trump, 32 mil pessoas teriam sido mortas durante os protestos.

Capacidades militares posicionadas

O porta-aviões USS Gerald R. Ford e seu grupo de ataque deixaram a costa de Creta com destino a Israel, podendo ser usados tanto para ofensivas quanto para proteger o país de foguetes de retaliação. Outro porta-aviões, USS Abraham Lincoln, e seus navios de apoio, estão posicionados no Mar Arábico, ao sul do Irã.

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Além disso, 14 caças F-35 foram deslocados de Utah para a região, elevando o total de aeronaves americanas no Oriente Médio para mais de 200. O primeiro esquadrão de drones kamikaze do Pentágono, Task Force Scorpion, também foi posicionado e poderá ser utilizado em ataques.

Reações e opinião pública

O aumento da presença militar ocorre mesmo diante de pesquisas que indicam receio do público americano em relação a um ataque. Uma pesquisa Economist/YouGov realizada entre 20 e 23 de fevereiro apontou que 49% dos americanos são contra uma ofensiva militar, 27% a favor e 24% estão indecisos.

Esse resultado representa uma mudança em relação a janeiro, quando 70% se declararam contrários a ataques, 18% a favor e 12% indecisos, segundo levantamento da Quinnipiac University.

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Apesar disso, analistas afirmam que a escalada militar demonstra que Trump estaria cada vez mais inclinado a uma ação militar, mesmo com parte significativa da população manifestando oposição.

Conclusão

O impasse diplomático entre EUA e Irã permanece crítico, com negociações em Genebra e Viena sem resultados definitivos. Ao mesmo tempo, a escalada militar americana indica que um ataque pode ser iminente, transformando a tensão em uma potencial crise internacional de grande proporção.

Enquanto isso, o mundo acompanha atentamente os desdobramentos, ciente de que qualquer ação pode ter impactos significativos sobre a segurança global e a estabilidade do Oriente Médio.

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