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O chefe de inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, Majid Khademi, foi morto nesta segunda-feira durante uma série de ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra o país, segundo informações da imprensa estatal iraniana e do Ministério da Defesa israelense. A morte de Khademi marca uma nova escalada no conflito no Oriente Médio, que já deixou milhares de mortos desde o início das hostilidades.
Explosões foram registradas em Teerã, capital iraniana, onde aviões de combate sobrevoaram a cidade por horas. Uma das áreas atingidas foi próxima à Praça Azadi e à Universidade de Tecnologia Sharif, gerando grandes colunas de fumaça. Israel afirmou que continuará a mirar autoridades de alto escalão do regime iraniano, ampliando a ofensiva sobre alvos estratégicos.
Em retaliação, o Irã lançou mísseis contra Israel e países do Golfo, incluindo Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. Em Haifa, no norte de Israel, dois civis morreram após um prédio residencial ser atingido. Equipes de resgate seguem buscando desaparecidos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu ultimatos a Teerã para a reabertura do Estreito de Ormuz, ameaçando atingir instalações estratégicas caso não haja acordo. Mediadores do Egito, Paquistão e Turquia apresentaram uma proposta de cessar-fogo de 45 dias, que ainda não recebeu resposta oficial do Irã.
A escalada da guerra já afeta a economia global: o barril de petróleo Brent subiu para US$ 109, e o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz caiu mais de 90% em relação ao ano passado.