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Nesta quinta-feira (21), a presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Nely Aquino (Podemos), disse que uma possível abertura de impeachment contra o prefeito Alexandre Kalil (PSD) vai depender do resultado das duas CPIs que estão em curso na casa.
A informação foi divulgada depois de vereadores e vários partidos reuniram para debater um áudio em que Kalil aparece sugerindo que donos das empresas de ônibus que operam na cidade estariam pagando os advogados do ex-presidente da BHTrans, Célio Bouzada, investigado em uma das CPIs da Câmara.
“Estamos aguardando o encerramento das CPIs e os seus relatórios, para a partir desses relatórios tomar qualquer tipo de decisão”, disse a presidente da Câmara. Nely ainda destacou que a relação ruim entre o o prefeito com a Câmara “não será termômetro para definir impeachment”
“Não é esse o termômetro (relação com a Câmara) que vai avaliar a leitura de um impeachment ou não. E sim essas duas CPIs que estão em andamento”, acrescentou Nely.
Durante depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid-19 na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), o ex-chefe de gabinete do poder Executivo municipal, Alberto Lage, entregou gravações que sugerem que o prefeito teria creditado a empresários de ônibus o pagamento do advogado de Célio Bouzada, ex-presidente da BHTrans, e investigado pelo Legislativo belo-horizontino em outra CPI, que trata, justamente, da gestão da empresa de transportes e trânsito.
Alexandre Kalil disse que áudios foram tirados de contexto.
Ouça o áudio de Alexandre Kalil: