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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (15) que o ex-governador de Minas Gerais e também pré-candidato ao Palácio do Planalto, Romeu Zema, “foi precipitado” ao criticar as mensagens trocadas entre o congressista e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
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As mensagens e áudios publicados pelo Intercept Brasil indicam repasses de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) de Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O que disse Zema
Na quarta-feira (13), logo após o vazamento das mensagens, Zema declarou que a atitude de Flávio era “imperdoável” e afirmou ser preciso “ter credibilidade” para mudar o Brasil.
A resposta de Flávio
Em entrevista a jornalistas no aeroporto de Brasília, Flávio afirmou:
“Eu acho que ele foi precipitado. Inclusive, eu tentei ligar para ele ontem [quinta-feira (14)] para conversar com ele. Ele é uma pessoa nova na política, mas precisa entender que também tem uma grande responsabilidade de ajudar os brasileiros a se livrarem do PT.”
O senador disse que merecia, ao menos da parte de Zema, “o benefício da dúvida”.
“Após os meus esclarecimentos, todo mundo com quem conversei diz que ficou bastante claro que não houve nada de errado. Portanto, eu acho que ele se equivocou ao se antecipar e me pré-condenar. Eu jamais faria isso com ele.”
Agradecimento a Caiado
Flávio também agradeceu o apoio de Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência.
Caiado afirmou que Flávio precisava “se explicar”, mas ressaltou que o objetivo da direita continua sendo derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro.
Flávio declarou que o ex-governador de Goiás teve “um posicionamento correto” e “respeitoso”.
“Ele já foi vítima de uma perseguição como essa. E lá atrás eu o defendi. Então, se eu não quero perseguição contra nós, eu também não quero perseguição contra os outros.”
O que está em jogo
As declarações de Flávio e as reações de Zema e Caiado refletem a tensão dentro do campo da oposição às vésperas das eleições. Enquanto Zema adotou um tom mais crítico, Caiado defendeu a união do grupo para enfrentar o PT.
A disputa entre nomes da centro-direita pode influenciar a definição de apoios e alianças para um eventual segundo turno.

























































