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🧡 Ver Ofertas na ShopeeEx-ministros, ex-tesoureiro e ex-vice-presidente da Câmara não conseguem se eleger; Eduardo Cunha e Tiririca também ficam de fora
O primeiro turno das eleições de 2026, realizado neste domingo (4), deixou fora do Congresso Nacional nomes conhecidos da política brasileira. Entre os derrotados estão ex-ministros, ex-governadores, ex-presidentes do Congresso e parlamentares com décadas de atuação.
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Derrotados do PT na Câmara
Três antigos dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) que tentavam retornar à Câmara dos Deputados ficaram sem mandato: José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil; Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido; e André Vargas, ex-vice-presidente da Casa Baixa. Rui Falcão, ex-presidente nacional do PT, também não se elegeu.
Dirceu e Delúbio foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do Mensalão e também receberam condenações no âmbito da Operação Lava Jato, posteriormente anuladas. André Vargas também acabou condenado na Lava Jato, mas teve as condenações anuladas pelo STF.
A tentativa de retorno à política era parte de um movimento que também incluía João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara. Dos quatro antigos quadros petistas que voltaram às urnas depois de cassações ou prisões, Cunha foi o que conseguiu retornar à Casa.
Eduardo Cunha também fica sem mandato
A lista de antigos personagens de grandes crises políticas que tentaram retornar ao Congresso inclui Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara. Cunha, hoje no Republicanos, concorreu por Minas Gerais. Ele presidiu a Câmara entre 2015 e 2016 e comandou o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Cunha não conseguiu a cadeira. Foi a segunda eleição consecutiva em que tentou voltar à Câmara e terminou derrotado.
Tiririca fica fora depois de 16 anos
Entre os candidatos conhecidos fora do núcleo tradicional da política, uma das derrotas mais simbólicas foi a de Tiririca. O humorista havia vencido todas as eleições para deputado federal que disputou desde a estreia nas urnas, em 2010. Naquele ano, recebeu mais de 1,3 milhão de votos por São Paulo e tornou-se o deputado federal mais votado do país.
Depois de quatro mandatos consecutivos, mudou o domicílio eleitoral e disputou a eleição de 2026 pelo PSD no Ceará. Desta vez, recebeu pouco mais de 5 mil votos. Aos 61 anos, ficará fora do Congresso pela primeira vez desde 2011.
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