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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA cúpula do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tem mostrado grande irritação com Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário. Para eles, Teixeira não tem contribuído para fazer avançar o debate a respeito da reforma agrária e assim reduzir a tensão com os movimentos do campo.
A avaliação do grupo é a de que o ministro não deu encaminhamento a essas demandas nesses primeiros meses de governo. Os membros do MST alegam que saíram sempre sem debates substantivos a respeito de seus temas de interesse das reuniões com o ministro. Sem retorno concreto à militância, a tensão se agravou no chamado abril vermelho, mês em que anualmente acontece a maior parte das invasões promovidas pelo movimento.
O MST diz que a dificuldade está concentrada em Teixeira, cuja postura é definida como intransigente. As reuniões recentes com Cesar Aldrighi, presidente do Incra, e Edegar Pretto, da Conab, foram consideradas produtivas, assim como encontros nos ministérios da Cultura, da Educação e da Saúde.
Na terça-feira (19), Paulo Teixeira, disse que a desocupação de terras invadidas nos últimos dias pelo MST é um condicionante para o governo prosseguir com o programa de reforma agrária. Mais cedo, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, também fez questão de condenar as ofensivas recentes do movimento social.
“A minha opinião é que essa jornada de luta já acabou, estamos pedindo as retiradas, para prosseguir o programa de reforma agrária. O condicionante nosso é esse”, disse Teixeira em entrevista ao jornal o Globo.




















































