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🧡 Ver Ofertas na ShopeeOs Estados Unidos ampliaram, nesta segunda-feira (29), a resposta à emergência provocada pelos terremotos que atingiram a Venezuela, elevando a assistência humanitária para mais de R$ 1,65 bilhão e iniciando trabalhos para reabilitar o porto de La Guaira, uma infraestrutura estratégica para agilizar a chegada de ajuda internacional.
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Um alto funcionário americano informou que uma equipe especializada do Corpo de Fuzileiros Navais (Marines) está trabalhando dia e noite no porto, gravemente afetado pelo desastre. O objetivo é restabelecer sua capacidade operacional o mais rápido possível para facilitar o desembarque de alimentos, medicamentos, maquinários e outros insumos essenciais. A operação conta com o apoio do navio de transporte anfíbio USS Fort Lauderdale, da Marinha americana, já posicionado em La Guaira para coordenar as ações logísticas.
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A recuperação do porto é considerada chave para sustentar o fluxo de assistência internacional enquanto continuam as buscas e o atendimento aos milhares de desabrigados.
Ampliação da ajuda humanitária
O Departamento de Estado confirmou que a assistência supera agora os R$ 1,65 bilhão, praticamente dobrando o compromisso inicial anunciado após a catástrofe. Do total, R$ 1,1 bilhão será canalizado por meio de organizações internacionais e entidades humanitárias, como Samaritan’s Purse, Catholic Relief Services, UNICEF, Organização Internacional para as Migrações (OIM), Programa Mundial de Alimentos (PMA), International Medical Corps, Project Hope e a Cruz Vermelha.
Além disso, o Departamento de Estado firmou uma parceria com a organização Global Empowerment Mission (GEM) e a rede Walmart para ampliar a coleta e distribuição de suprimentos, com centros de doação no sul da Flórida e participação de empresas privadas, organizações religiosas e comunidades venezuelanas nos EUA.
Operações aéreas e terrestres
Além da intervenção no porto de La Guaira, Washington colaborou na recuperação parcial do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Caracas, onde uma equipe da Força Aérea americana coordena pousos, descargas e a distribuição de voos humanitários. O Comando Sul (SOUTHCOM) mantém um amplo desdobramento aéreo e naval, com aviões C-17 Globemaster III, C-130 Hercules, aeronaves MV-22 Osprey, além de helicópteros CH-47 Chinook, UH-1Y Venom e UH/MH-60 Black Hawk em missões de reconhecimento e transporte de suprimentos.
As buscas continuam com quatro equipes americanas de resgate urbano Tipo I — consideradas entre as mais especializadas do mundo —, totalizando mais de 300 resgatistas e 23 cães treinados atuando entre edifícios colapsados.
Novo tremor e balanço da tragédia
O anúncio ocorreu em um dia marcado por um novo tremor sentido em Caracas e no estado de La Guaira. O balanço oficial permanece em 1.450 mortos e 3.150 feridos, enquanto organismos internacionais estimam que o número de desaparecidos ultrapasse 50 mil pessoas.
Washington afirmou que todas as operações militares são autossuficientes e não dependem de recursos locais, para evitar sobrecarregar os serviços venezuelanos durante a emergência. A ampliação da ajuda ocorre em um momento de reaproximação entre os dois países, após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas em janeiro.



















































