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A Polícia Civil da Paraíba prendeu na noite deste domingo (30) dois suspeitos de participação na morte do cabeleireiro José Roberto Silveira, conhecido como Betto Silveira, encontrado morto dentro de sua residência em Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, no sábado (22).
Os homens identificados como Aercio Leonardo e Claudeni Barreto foram detidos na cidade de Tavares, no interior da Paraíba, a cerca de 400 km de João Pessoa. A prisão ocorreu em cooperação com a Polícia de São Paulo e o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que havia solicitado a prisão da dupla.
O delegado Gabriel Brienza, do DHPP, destacou a importância da cooperação entre as forças policiais: “Com a identificação, foi possível representar pela prisão temporária dos suspeitos e decretada judicialmente. Isso demonstra a importância da cooperação dos órgãos de persecução penal para a solução de crimes”.
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O cabeleireiro José Roberto Silveira, 59, encontrado morto em sua casa, no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, neste fim de semana — Foto: Reprodução/Redes Sociais
A prisão preventiva dos suspeitos havia sido decretada pela Justiça de São Paulo na quinta-feira (27). Os homens foram identificados após análise das câmeras de segurança que registraram a entrada e saída da residência de Betto Silveira.
Segundo a investigação, imagens mostram a vítima saindo de carro à 1h39 e retornando às 2h13, quando entrou em casa. Por volta das 5h53, os dois suspeitos foram flagrados abrindo o portão e deixando o local a pé.
O cabeleireiro de 59 anos foi encontrado amarrado e amordaçado, com hematomas nos braços, ombros e nariz. O corpo foi localizado pelo sócio e pela prima de Silveira, que chamaram a Polícia Militar após não conseguirem contato com a vítima.
Ainda de acordo com a polícia, não há indícios de roubo, e a motivação do crime segue sob investigação. Segundo a diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, “a princípio, tudo indica que ele entrou com alguém ou que as pessoas já estavam na residência quando ele retornou”.
Betto Silveira era responsável por cuidar de sua mãe idosa, de 98 anos, que estava em casa no momento do crime, mas não presenciou os fatos. O salão de beleza do cabeleireiro funcionava no andar inferior da residência.
A Polícia Militar informou que não houve sinais de arrombamento no imóvel, e a investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do assassinato.