Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) respondeu neste sábado (21) às críticas feitas pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que afirmou acreditar que ele e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro estariam com “amnésia”. A declaração ocorreu após manifestações públicas de apoio de Nikolas e Michelle ao senador Flávio Bolsonaro, escolhido para disputar a Presidência da República nas eleições deste ano. (Vídeo no final da matéria).
Em resposta, Nikolas negou a acusação. “Eu discordo que eu tenha amnésia e que a Michelle tenha amnésia. Diante das situações que estão acontecendo, nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde, você tem as pessoas do dia 8 presas e precisando do veto da dosimetria […] e a prioridade é nos atacar. Então, isso diz muito mais sobre ele do que a mim. Então, eu acho que o Eduardo não tá bem”, afirmou.
O deputado acrescentou: “Eu acho que o Eduardo não está bem e faço questão de não perder meu tempo com essas divergências porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar”.
Nikolas também comentou a situação de Michelle. “Ela [Michelle] acima de tudo é uma esposa, é uma mãe que tem que cuidar de uma filha, que está vindo aqui, preparando alimento todos os dias para o marido dela de 70 anos que está preso injustamente”.
Ao tratar das críticas, o parlamentar declarou ainda: “Nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde, você tem as pessoas do dia 8 presas e precisando da derrubada do veto à dosimetria, você tem o STF envolvido em diversos escândalos, você tem o Lula literalmente fazendo de tudo para poder destruir esse país e a prioridade é nos atacar? Então isso diz muito mais sobre ele do que a mim”.
Ele também reafirmou sua posição política em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “O presidente Bolsonaro sempre me tratou muito bem, como um homem leal a ele e continua sendo dessa forma”, declarou.
Neste sábado, Nikolas visitou Bolsonaro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. O ex-presidente foi condenado em 11 de setembro do ano passado a 27 anos e três meses de prisão por comandar uma tentativa de golpe, sendo considerado culpado por crimes como organização criminosa, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
