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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou a operação da 1xBet no Brasil mesmo depois de a plataforma atuar no início de 2025 sem autorização definitiva do Ministério da Fazenda, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo divulgada neste domingo (17).
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A empresa também responde a processos judiciais de apostadores que relatam bloqueio de valores e dificuldades para saque.
O que diz a reportagem
A 1xBet estava entre as empresas autorizadas provisoriamente pelo Ministério da Fazenda a operar durante o período de adequação da regulamentação das apostas esportivas, até dezembro de 2024.
O jornal afirma, porém, que a plataforma continuou funcionando no início de 2025 sem licença definitiva da pasta e só recebeu autorização oficial em julho.
Processos contra a plataforma
A marca é explorada no Brasil pela Defy Ltda. , empresa sediada em Caxias do Sul (RS) .
Apostadores relataram na Justiça:
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Dificuldades para sacar valores
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Bloqueio de ganhos
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Acusações contra a plataforma
Em alguns processos, a Defy alegou não ter relação com determinados domínios usados pela 1xBet – argumento rejeitado pela Justiça em ações que tramitam em Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Enquanto representantes da empresa negavam ligação com alguns sites nos tribunais, o empresário Carlos Eduardo Ferreira, ligado à Defy, aparecia em eventos do setor como representante da 1xBet no Brasil.
Relatórios internacionais
Além das disputas judiciais no Brasil, há controvérsias internacionais envolvendo a empresa.
Relatórios de grupos de investigação financeira associam a 1xBet a:
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Operações ilegais de apostas
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Suspeitas de lavagem de dinheiro
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Uso de eventos esportivos falsos para movimentar apostas online
Um dos relatórios aponta a 1xBet como uma das principais parceiras da Sportradar (empresa usada por Fifa, CBF e Conmebol) no mercado ilegal global de apostas.
O relatório da Callisto Research classifica a 1xBet como “provavelmente o maior esquema de apostas ilegais do mundo” em receitas.
Outro documento, da Muddy Waters Research, afirma que o grupo ligado à plataforma é alvo de autoridades russas por suposta organização de jogos de azar ilegais.
O que diz a 1xBet
Ao Estadão, a 1xBet afirmou:
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A operação brasileira é independente da estrutura internacional mencionada nos relatórios
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Segue “os mais rígidos padrões globais de compliance, jogo responsável e governança corporativa”
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Atua em conformidade com a legislação brasileira e com a autorização concedida
O que diz o Ministério da Fazenda
Em nota, a pasta afirmou que o processo de licenciamento ocorreu mediante o cumprimento das exigências previstas na lei e em portaria.
A Defy Ltda. apresentou documentos que permitiram analisar sua estrutura societária até o beneficiário final.
O Ministério acrescentou que as autorizações podem ser revistas (com garantia de contraditório e ampla defesa) caso surjam fatos novos que indiquem descumprimento das regulamentações.






















































