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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Solidariedade protocolou nesta quinta-feira (1º) uma petição ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que Renan Santos (Missão) participasse do debate presidencial da TV Globo. Pouco depois, Gilmar determinou a inclusão do candidato no programa, contrariando decisões anteriores de Kassio Nunes Marques e Cármen Lúcia.
A movimentação ocorreu após Lula (PT) desistir do debate. O Solidariedade pediu que Renan ocupasse a vaga aberta, argumentando que as regras do encontro permitiam a convocação do candidato mais bem colocado na pesquisa Quaest entre aqueles que não atendiam aos critérios legais de participação.
O pedido chama atenção porque o Solidariedade apoia Augusto Cury (Avante), que já estava entre os participantes do debate. Renan, inclusive, afirmou em vídeo que o processo que resultou em sua inclusão não havia sido movido por seu partido, o Missão.
“É tudo muito confuso, é um processo que eu não entrei”, afirmou Renan, acrescentando que a ação havia sido apresentada pelo Solidariedade.
Antes da decisão de Gilmar, Nunes Marques havia negado a inclusão de Renan, e Cármen Lúcia também havia rejeitado uma ação apresentada pelo candidato e pelo Missão. A decisão de Gilmar, portanto, mudou o desfecho da disputa judicial poucas horas antes do debate.
Na decisão, Gilmar determinou que Renan tivesse as mesmas condições de tempo, perguntas e participação dos demais candidatos, ocupando a vaga deixada por Lula.
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