🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (23) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre
🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (23) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Ministério Público de São Paulo reconsiderou sua posição e passou a solicitar à Justiça a manutenção da prisão do empresário catarinense Fábio Seoane Soalheiro, de 59 anos, denunciado por feminicídio. Ele é acusado de matar a companheira, Bruna Martello Carvalho, de 35 anos, em um condomínio de luxo em Alphaville, na Grande São Paulo, no início de agosto.
O pedido foi feito pelo promotor criminal Vitor Petri, que também apresentou a denúncia à Justiça. Antes, Petri havia solicitado a soltura do empresário, alegando falta de clareza em parte dos laudos do IML sobre as causas da morte de Bruna.
A reviravolta no caso ocorreu após a apresentação de um novo laudo técnico, contratado pela família da vítima, que indicou sinais de asfixia torácica de origem externa. Além disso, foram incluídas mensagens da vítima para a mãe, nas quais Bruna relatava a intenção de encerrar o relacionamento naquela mesma noite.
Com base nessas novas evidências, o Ministério Público denunciou o empresário, apontando que “o crime foi praticado contra mulher por razões da condição e do sexo feminino, em situação de violência doméstica e com menosprezo à sua condição de mulher”. O promotor também fixou uma indenização de R$ 100.000,00 à filha da vítima, como reparação pelo dano moral sofrido pela perda da convivência materna.
O advogado de Fábio Soalheiro, Rodolfo Warmeling, havia declarado na última sexta-feira (15) que os elementos reunidos até então eram insuficientes para sustentar a acusação. Segundo ele, o laudo necroscópico oficial não indicava causa da morte nem indícios de estrangulamento, diferindo do laudo particular apresentado pela família.



































































