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O governo dos Estados Unidos concedeu visto diplomático ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, permitindo sua entrada no país após revogação determinada em 15 de agosto pelo governo de Donald Trump. Na ocasião, a medida também atingiu familiares do ministro, incluindo sua mulher e filha, que perderam o direito ao documento. Para Padilha, a sanção não teve efeitos práticos, já que seu visto pessoal já estava vencido.
Em 19 de agosto, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro solicitou à embaixada americana a emissão de um novo visto para que o ministro pudesse participar de dois eventos internacionais nos Estados Unidos. Padilha foi convidado para uma reunião de alto nível na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre doenças crônicas, durante a semana da Assembleia Geral, que começa em 23 de setembro, e para discursar na reunião da Organização Pan-Americana de Saúde em 29 de setembro, em Washington.
Questionado sobre a situação, Padilha afirmou na quarta-feira (17) que não estava preocupado com a possibilidade de não obter autorização para entrar no país. “Esse negócio do visto eu estou igual aquela música: ‘Tô nem aí’, sabe? Vocês tão mais preocupados com o visto do que eu, certo? ‘Tô’ nem aí. Eu acho que só fica preocupado quem quer ir para os Estados Unidos. Eu não quero ir para os Estados Unidos”, declarou o ministro.