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Nesta quinta-feira (29), a assessoria jurídica do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PL),, solicitou a instauração de exceção de suspeição de Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O chefe do executivo aponta que houve parcialidade do ministro na sessão em que a Corte julgava a proibição do uso dos palácios presidenciais em lives eleitorais realizadas por Bolsonaro.
A defesa do presidente alega que o gesto de “degola” de Alexandre de Moraes é comprometedor.
Na terça-feira (27), durante sessão do TSE que julgava o processo sobre Bolsonaro, Moraes fez um gesto de “degola”. O ato foi registrado depois do voto do ministro Carlos Horbach, que deu parecer favorável ao presidente da República. Na quarta-feira 28, Mores disse que estava brincando. “Foi uma brincadeira com um assessor meu, que estava na plateia e demorou para me passar uma informação”, justificou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “A ministra Maria Claúdia nem tinha começado a votar.”