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A mídia estatal do Irã confirmou neste sábado (28) a morte do líder supremo Ali Khamenei durante um ataque israelense, parte de uma operação militar conjunta com os Estados Unidos. O governo iraniano decretou 40 dias de luto público pelo “martírio” do aiatolá, que governava o país há mais de 36 anos.
Segundo a imprensa local, Khamenei foi atingido em uma ofensiva que também resultou na morte de vários altos oficiais militares e de inteligência, incluindo membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e líderes da pesquisa nuclear iraniana. Entre os mortos estão:
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Ali Shamkhani, principal assessor de segurança de Khamenei
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Mohammad Pakpour, comandante da IRGC
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Aziz Nasirzadeh, ministro da Defesa
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Mohammad Shirazi, secretário militar-chefe de Khamenei
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Saleh Asadi, chefe da inteligência militar
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Hossein Jabal Amelian, presidente da SPND
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Reza Mozaffari-Nia, ex-presidente da SPND
A confirmação oficial da morte pelo canal estatal marca o momento mais crítico para o regime desde a ascensão de Khamenei em 1989, após a morte de Ruhollah Khomeini. O ataque provocou uma crise imediata de sucessão, já que grande parte da liderança iraniana foi eliminada, deixando o país sem um sucessor claro.
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, emergiu como o mais alto oficial civil restante e prometeu, em postagem nas redes sociais, que o Irã dará a Israel e aos EUA “uma lição inesquecível”.