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Na noite de domingo (1º.mar), três caças F-15E Strike Eagle da Força Aérea dos Estados Unidos, que atuavam em apoio à Operação Epic Fury, foram derrubados sobre o território do Kuwait devido a um aparente incidente de fogo amigo.
O Ministério da Defesa do Kuwait confirmou que os aviões caíram, mas toda a tripulação sobreviveu. Entre os seis pilotos e militares resgatados estava uma mulher, que conseguiu ejetar com segurança, assim como o restante da equipe. Fotos e vídeos publicados mostram os pilotos após a ejeção, pousando em segurança e sendo socorridos pelas equipes de resgate.
Segundo o CENTCOM, “durante combates ativos — que incluíram ataques de aeronaves iranianas, mísseis balísticos e drones — os caças da Força Aérea dos EUA foram erroneamente atingidos pelas defesas aéreas do Kuwait. A causa do incidente está sendo investigada, e informações adicionais serão divulgadas assim que estiverem disponíveis.”
O incidente aconteceu nas proximidades da base de Al Salem, no Kuwait, que abriga parte das 13.500 tropas americanas no país, além do Camp Arifjan, sede avançada do Comando do Exército Central dos EUA.
O F-15 é considerado um dos caças mais avançados e manobráveis da Força Aérea americana, amplamente usado em operações táticas de combate.
O episódio ocorre em meio à escalada de ataques do Irã contra os principais países do Golfo. Nos últimos dias, explosões foram registradas em Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos, após uma operação conjunta americana-israelense que resultou na morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os ataques continuarão em “força total” até que os objetivos militares sejam alcançados, podendo se estender por até quatro semanas. Ele também alertou que novas baixas são prováveis, depois que o CENTCOM confirmou a morte de três militares americanos no domingo.