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Forças curdas iraquianas lançaram uma ofensiva terrestre no Irã nesta semana, em uma tentativa de derrubar o regime iraniano, segundo informações de correspondentes internacionais. Milhares de soldados foram posicionados no território iraniano, após serem armados secretamente pelos Estados Unidos.
De acordo com relatos do canal israelense I24, os combatentes começaram a ocupar posições estratégicas dentro do Irã na segunda-feira, concentrando-se nas montanhas do sul de Marivan, na região oeste do país. Helicópteros americanos e israelenses teriam realizado lançamentos de suprimentos no deserto de Najaf, no Iraque, como parte da operação.
Fontes apontam que uma rebelião em solo iraniano pode começar nos próximos dias, após ataques a alvos de segurança no oeste do país, com o objetivo de reduzir a capacidade de resposta das forças iranianas. Um grupo dissidente curdo, baseado no norte do Iraque, disse que parte de suas tropas já está posicionada na fronteira com a província de Sulaymaniyah, em prontidão. Khalil Nadiri, oficial do Partido da Liberdade do Curdistão, afirmou que líderes da oposição curda foram contatados por autoridades dos EUA sobre uma possível operação.
O conflito ocorre em meio à escalada entre Israel e grupos apoiados pelo Irã. O Hezbollah, que promete não se render “mesmo com sacrifícios”, lançou ataques com mísseis e drones contra Israel desde domingo, após a morte do líder supremo iraniano, Aiatoalá Ali Khamenei, em ataques coordenados pelos EUA e Israel. Israel respondeu enviando tropas para o sul do país.
Apesar de a liderança libanesa, incluindo o presidente Joseph Aoun, ter anunciado a proibição de atividades militares do Hezbollah no Líbano, o vice-líder da organização, Naim Qassem, afirmou que o grupo não se renderá. “Estamos diante de uma agressão… nossa escolha é enfrentá-la até o sacrifício final, e não vamos nos render”, declarou em seu primeiro discurso após a retomada dos combates com Israel.
A tensão aumentou ainda mais depois que a OTAN interceptou um míssil iraniano direcionado a uma base aérea dos EUA, enquanto o Irã segue atacando alvos no Oriente Médio após a morte de Khamenei.