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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou seu aliado republicano Charlie Kirk como um “mártir da verdade” e culpou a esquerda radical pelo clima de tensão que, em sua visão, levou à morte do ativista conservador. A declaração foi feita em um vídeo divulgado em sua plataforma, Truth Social.
“Por anos, os da esquerda radical compararam americanos maravilhosos como Charlie com os nazistas e os piores assassinos em massa e criminosos do mundo”, afirmou Trump. O presidente declarou que esse tipo de retórica é diretamente responsável pelo “terrorismo” que o país enfrenta e que deve cessar imediatamente.
Reação à violência
Trump expressou sua “dor e ira” pelo “assassinato atroz” de Kirk, ocorrido em um campus universitário de Utah. “Charlie inspirou milhões, e esta noite todos que o conheceram e o amaram estão unidos em choque e horror”, disse.
O presidente prometeu que sua administração vai encontrar “cada um dos que participaram desta atrocidade e em outros atos de violência política, incluindo as organizações que os financiam e os apoiam”. Ele também vinculou o crime a outros atos de violência política no país.
“Um assassino tentou silenciar Charlie com uma bala, mas fracassou, porque juntos asseguraremos que sua voz, sua mensagem e seu legado vivam por gerações. Hoje, por este ato atroz, a voz de Charlie se tornou maior do que nunca”, concluiu.
Quem era Charlie Kirk
Nascido em 14 de outubro de 1993 em Illinois, Kirk se tornou uma figura proeminente na direita jovem dos Estados Unidos. Em 2012, ele fundou a Turning Point USA (TPUSA), uma organização que se expandiu para mais de 3.500 campi de escolas e universidades em todos os 50 estados.
Segundo declarações de Kirk, a TPUSA se definia como “uma plataforma para os jovens que desejam defender o capitalismo e os princípios constitucionais”. A organização o consolidou como um influente rosto em debates políticos e educacionais.