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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO ator Tuca Andrada disse na terça-feira (6) em rede social que toda vez que olha para Lucas Pavanato (PL-SP), segundo deputado mais votado do Brasil com 3.038.438 votos em São Paulo, lembra de Charlie Kirk, ativista político conservador dos Estados Unidos que morreu assassinado com um tiro no pescoço.
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“Por que será que toda vez que eu olho pro Lucas Pavanato eu lembro o Charlie Kirk?”, escreveu o ex-ator da Globo.
Quem é Lucas Pavanato
Ex-integrante do MBL, Pavanato disputou uma vaga de deputado estadual em 2022, obtendo mais de 36 mil votos e conquistando a suplência. Depois dessa eleição, alinhou-se ao Partido Liberal (PL), aproximando-se de figuras como o ex-presidente Jair Bolsonaro e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
Em 2024, foi eleito o vereador mais votado de São Paulo, com mais de 161 mil votos. Em 2026, em sua primeira disputa para deputado federal, obteve 3.038.438 votos, superando o recorde anterior de Eduardo Bolsonaro (PL), que teve 1.843.735 votos em 2018. Nikolas Ferreira, com 3.113.945 votos em Minas Gerais, ficou à frente de Pavanato no ranking nacional.
Projeto de homenagem a Charlie Kirk
Em setembro de 2025, quando ainda era vereador de São Paulo, Pavanato apresentou um projeto de lei para alterar a denominação da Rua Estados Unidos, no Jardins, para “Rua Estados Unidos – Charlie Kirk”.
Na justificativa do projeto, Pavanato descreveu Kirk como “influenciador conservador americano, estrategista político nato e peça-chave na mobilização da juventude republicana”, e afirmou que ele foi “brutalmente assassinado por um extremista de esquerda” em 10 de setembro de 2025, durante um debate público na Universidade do Vale de Utah.
Quem foi Charlie Kirk
Charlie Kirk foi um ativista político conservador dos Estados Unidos. Fundou a Turning Point USA em 2012, aos 18 anos, organização que se tornou uma das mais influentes na defesa de princípios conservadores no país.
O crime foi cometido durante um evento no campus da Universidade do Vale de Utah, no qual Kirk, sob um cartaz que dizia Prove Me Wrong (“prove que estou errado”), incentivava os estudantes a desafiarem suas opiniões conservadoras.
Após sua morte, a figura de Kirk se tornou um símbolo para o movimento conservador. Donald Trump o qualificou como um “mártir da liberdade” e um “grande herói americano”.
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