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O juiz da 2ª Vara de Falências de São Paulo, Marcelo Sacramone, decidiu rejeitar o pedido da Livraria Cultura para aprovar um novo plano de recuperação judicial, o que complica a já delicada situação da companhia. O magistrado deu cinco dias, contados a partir da última sexta-feira, para que a empresa prove que tem cumprido suas obrigações, sob pena de ter a falência decretada. A Cultura vai recorrer da sentença.

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A proposta da empresa não havia sido aprovada na assembleia de credores realizada digitalmente no dia 14 de setembro. A livraria, que tem dívidas de aproximadamente R$ 285 milhões, argumentava a necessidade de rever obrigações previstas no plano de recuperação devido ao impacto negativo da pandemia em suas operações.

Sacramone ratificou a decisão da assembleia e deu cinco dias para que a empresa comprove que tem cumprido as obrigações previstas no plano atual. A nova proposta foi a terceira apresentada pela empresa desde o seu pedido de recuperação judicial, em 2018. O documento propunha aumentar o desconto que os credores aceitariam para receber as dívidas, que superava 80% para algumas categorias.

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