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O Banco do Brasil reafirmou seu papel de destaque no agronegócio brasileiro ao alcançar R$ 115,2 bilhões em financiamentos na safra 2024/25, valor semelhante ao do mesmo período da safra anterior. Esse montante foi distribuído em 335 mil operações, sendo 70% direcionadas a agricultores familiares e médios produtores.
Os recursos cobrem diversas linhas de crédito rural, como custeio, investimento, comercialização, e industrialização, além de títulos do agro, como as CPRs, e financiamentos para a cadeia de valor do agronegócio, incluindo capital de giro e exportações.
Em relação à agricultura familiar e aos médios produtores, o Banco do Brasil registrou um aumento de 30% nos financiamentos em comparação com o mesmo período da safra passada. O BB também mantém sua liderança no uso de recursos equalizados. Dos R$ 60,2 bilhões recebidos para a safra, R$ 30,3 bilhões já foram aplicados até novembro, representando cerca de 50% do total de recursos equalizados desembolsados no mercado.
Outro destaque foram as operações realizadas por meio das linhas Pronaf A, A/C e B, voltadas para pequenos produtores, como assentados, quilombolas, indígenas e povos tradicionais. Até novembro de 2024, as contratações já superaram em 45% o valor total desembolsado pelo Banco do Brasil nos últimos quatro anos (2020-2023), refletindo uma recuperação significativa da atuação do banco com esses públicos.
Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, destacou que o montante alcançado reafirma a liderança do BB no agronegócio e na agricultura familiar, consolidando sua posição como principal parceiro dos produtores rurais e da cadeia produtiva do agro brasileiro.
Ele afirmou que o banco oferece crédito, seguros, consultoria e atendimento especializado, com um portfólio completo de soluções que agregam valor e fortalecem o meio rural, atendendo desde a agricultura familiar até as cooperativas e a agroindústria.
O executivo reforçou o compromisso do BB em apoiar o agro brasileiro com foco em sustentabilidade, competitividade, inovação e no desenvolvimento econômico, social e ambiental do país.