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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Justiça de Pernambuco decretou a prisão preventiva do influenciador digital Emerson Jhuan Pereira do Nascimento, conhecido publicamente como Emerson Freitas, eleito deputado estadual pelo MDB nas eleições deste ano. A decisão foi proferida pelo juiz Abérides Nicéas de Albuquerque Filho, da 15ª Vara Criminal da Capital do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), em mandado expedido nesta quinta-feira (29/10).
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Emerson Freitas é réu em uma ação penal por suspeita de extorsão (artigo 158 do Código Penal). A ordem de prisão cautelar decorre do recebimento, pela Justiça, de uma denúncia oferecida pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o parlamentar eleito e contra Rizelly da Silva Santos. O documento determina a prisão preventiva expressa do influenciador, estabelecendo a revisão da medida cautelar no prazo legal de 90 dias. Os detalhes do inquérito correm sob segredo de Justiça.
Emerson conquistou 49.254 votos no pleito deste ano, tornando-se o segundo deputado estadual mais votado da bancada do MDB em Pernambuco.
O que dizem as partes e a defesa
Em nota assinada pelo advogado criminalista Weryd Simões e divulgada na manhã desta sexta-feira (30/10), a defesa de Emerson Freitas rechaçou as acusações e alegou que o inquérito apresenta graves nulidades e falta de provas idôneas.
Segundo o comunicado, o influenciador compareceu espontaneamente ao Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil em 15 de outubro para prestar depoimento e colaborar com as apurações. A defesa criticou o vazamento de dados de um processo sigiloso para os veículos de imprensa e sustentou que o caso vem sendo utilizado para macular a reputação do deputado eleito.
“Há anos, Emerson Freitas denuncia arbitrariedades, abusos e excessos em Pernambuco, e 25 dias após as eleições, sua reputação é exposta em circunstâncias que exigem esclarecimentos. O processo penal não pode servir à perseguição, à intimidação ou ao silenciamento político”, declarou a defesa técnica.
Em manifestação pessoal, o deputado eleito afirmou que não se curvará a “tentativas de censura ou perseguição” e manteve sua postura de combate ao crime no estado.
O diretório estadual do MDB declarou que tomou conhecimento da ordem de prisão pela imprensa e informou que acompanhará os desdobramentos, ressaltando o respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e à presunção de inocência.
A reportagem não localizou a defesa de Rizelly da Silva Santos, e as forças policiais e o Ministério Público não emitiram novos detalhes sobre as investigações até o fechamento desta matéria.
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