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A produção de bicicletas no Brasil registrou queda de 24,1% entre janeiro e novembro de 2024, em comparação com o mesmo período do ano passado, conforme dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
Em novembro, foram produzidas 29.451 unidades, representando uma retração de 17,2% frente ao mesmo mês de 2023. Em relação a outubro deste ano, a produção foi 13,4% menor. Apesar do desempenho em queda, a Abraciclo destacou que os resultados estão alinhados com o planejamento traçado para o ano.
Enquanto os números das bicicletas convencionais mostram retração, a produção de bicicletas elétricas foi o ponto alto do setor, com crescimento de 46,8% em relação ao ano anterior.
Os modelos elétricos já representam 4,9% do total de unidades fabricadas, um avanço significativo frente à participação de 2,6% registrada em 2023. Entre janeiro e novembro de 2024, foram produzidas 16.845 bicicletas elétricas, o maior número já alcançado pelas empresas associadas ao Polo Industrial de Manaus (PIM).
No recorte por categorias, as mountain bikes (MTB) lideraram a produção em números absolutos, com 191.716 unidades, o que equivale a 56,1% do total. Em seguida, aparecem os modelos urbano/lazer, com 67.055 unidades (19,6%), e as bicicletas infantojuvenis, que somaram 54.699 unidades (16%).
O Sudeste concentrou a maior parte da produção nacional, com 182.904 unidades, o equivalente a 53,6% do total. O Nordeste ficou em segundo lugar, com 55.650 unidades (16,3%), seguido pelo Sul, com 45.560 unidades (13,9%). O Norte e o Centro-Oeste tiveram produções similares, com 28.817 e 28.515 bicicletas, respectivamente, ambos representando 8,4% do volume total.