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Dados do monitoramento por imagens de satélite do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) indicam que a Amazônia enfrentou, em novembro de 2024, um aumento significativo na destruição ambiental.
O desmatamento no período cresceu 41% em comparação com o mesmo mês de 2023. Em novembro do ano passado, a área desmatada foi de 116 quilômetros quadrados, enquanto este ano o número saltou para 164 quilômetros quadrados.
A degradação florestal, que envolve danos causados por fogo ou extração madeireira, também apresentou um avanço alarmante, com um aumento de 84%. Em novembro de 2023, a degradação alcançou 1.566 quilômetros quadrados, e neste ano, o total chegou a 2.882 quilômetros quadrados.
Esse é o sexto mês consecutivo de crescimento tanto do desmatamento quanto da degradação florestal na região.
O impacto das queimadas é ainda mais preocupante quando se observa o acumulado de degradação entre janeiro e novembro de 2024, que totalizou 35.751 quilômetros quadrados. Esse número é sete vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior e representa a maior área de degradação desde 2009. Em comparação ao desmatamento no mesmo período, a degradação foi quase dez vezes mais extensa.
No acumulado de janeiro a novembro de 2024, o desmatamento na Amazônia atingiu 3.654 quilômetros quadrados, um valor apenas 7% inferior ao registrado no mesmo intervalo de 2023. Este é o sétimo maior índice de desmatamento desde 2008, ano em que o Imazon iniciou seu monitoramento.