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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que a corregedoria do Tribunal de Justiça do Amapá investigue a conduta da juíza Elayne Cantuária, da 2ª Vara Cível de Macapá, em razão dos processos que podem cassar o mandato do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e se arrastam pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A informação é da UOL.

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O Ministério Público solicita a perda de cargo do senador devido a acusação de irregularidades cometidas nas eleições de 2014, como uso de notas frias, abuso de poder econômico e saque de cheques de campanha em boca do caixa.

O advogado do ex-senador Gilvam Borges (MDB-AP), adversário do presidente do Senado, publicou um artigo num jornal de Macapá sobre os três processos contra Alcolumbre TSE. Em resposta ao artigo, o presidente do Senado foi à Justiça. A juíza Elayne Cantuária, da 2ª Vara Cível de Macapá, condenou o advogado, Hercílio Aquino, e o jornal a indenizarem Alcolumbre em R$ 50 mil. Em outro processo, ela também proibiu uma fiscalização de contas do senador do DEM. Aquino fez uma reclamação contra a juíza no CNJ. Elayne “teria agido de forma parcial, uma vez que sua família detém um vínculo político e de amizade íntima com o senador” Davi Alcolumbre, afirmou o corregedor Humberto Martins. A filha da juíza fez campanha política para o senador. “Os fatos noticiados devem ser apurados, considerando, ainda, a tênue linha que separa a esfera jurisdicional da esfera administrativo-disciplinar e diante do dever de cautela afeto à Corregedoria”, escreveu Martins, ao ordenar a apuração.

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