Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]
O presidente do Banco Central (BC) , Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira (19) que a resposta demandada à autoridade monetária é de juros mais restritivos. A declaração foi dada durante participação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Avaliação 4.8 de 5: Conheça o Cobertor Ponderado de 9 kg para Alívio da Ansiedade
Apesar de dois cortes de 0,25 ponto percentual que levaram a Selic para 14,50% ao ano, os juros seguem em patamar elevado.
Inflação pressionada
Na audiência, Galípolo declarou que os indicadores de inflação estão “bastante pressionados” e que os núcleos de serviços seguem acima da meta de inflação.
Segundo ele, o choque de oferta teve impacto relevante sobre as expectativas de inflação para 2028.
Impacto da guerra no Oriente Médio
A guerra entre Estados Unidos e Irã elevou o preço do petróleo para mais de US$ 100 por conta do fechamento do estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo consumido no mundo. O mercado passou a esperar um ciclo de afrouxamento monetário mais curto.
A TV de 50″ com o Maior Desconto Hoje no Mercado Livre
BC “pouco conservador”?
Galípolo disse que, historicamente, a taxa de juros no Brasil se mantém sistemática e estruturalmente em um nível alto, mas, nos últimos 6 anos, a meta de inflação não foi cumprida em 4 deles. Para ele, isso pode sugerir que o BC “talvez tenha sido pouco conservador” .
“Não deixar o BC virar palanque político”
Em outro momento da audiência, Galípolo foi pressionado pelos senadores Renan Calheiros e Eduardo Braga a questionar a conduta de seu antecessor, Roberto Campos Neto. Ele resistiu e afirmou:
“Eu sou o segundo presidente do Banco Central autônomo que existe. E o mandato que está escrito no Banco Central é que eu tenho que cuidar da estabilidade financeira e da estabilidade monetária. Mas tem um terceiro mandato que tem sido um tema que eu tenho perseguido muito: não deixar o Banco Central se transformar em qualquer tipo de palanque para a política. Não cabe a mim perseguir ninguém.”
Sobre o Coter
Diante da pressão sobre o Comitê de Decisão de Termo de Compromisso (Coter) , que trata de falhas de informações durante a gestão de Campos Neto, Galípolo afirmou:
“Não há nada de errado com a governança do Coter. O Banco Central vai seguir a governança dele até o final. E essa governança existe desde 2017.”
Ele garantiu que não interferiu no processo e que isso não acontecerá enquanto ele estiver no BC, independentemente de quem seja a pessoa envolvida.






















































