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O Ministério da Fazenda divulgou nesta segunda-feira (18) o Boletim Macrofiscal, elevando a projeção da inflação oficial (IPCA) para 4,5% em 2026. A nova estimativa representa uma alta em relação aos 3,7% projetados no bimestre anterior.
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O dado está acima do centro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) , que é de 3% (com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, ou seja, teto de 4,5%).
O novo número do governo coincide exatamente com o teto da meta (4,5%).
PIB mantido em 2,3%
O Ministério da Fazenda manteve a estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2026 em 2,3% – mesmo percentual divulgado no bimestre anterior.
Contraste com o mercado
Os dados apresentados pelo governo se distanciam das expectativas dos agentes financeiros.
| Indicador | Governo (Fazenda) | Mercado (Boletim Focus) |
|---|---|---|
| Inflação (IPCA) 2026 | 4,5% | 4,92% |
| PIB 2026 | 2,3% | 1,85% |
O governo frequentemente apresenta cenários mais otimistas para a atividade econômica do que as instituições financeiras.
Motivos da revisão
A revisão da estimativa de inflação decorre de:
-
Elevação na cotação internacional do petróleo (impulsionada pelo conflito no Oriente Médio)
-
Expectativa de uma taxa Selic mais alta
Resiliência do mercado de trabalho
A equipe econômica monitora os riscos externos, mas informou que confia na resiliência do mercado de trabalho brasileiro para manter a atividade em alta.
Contexto da meta
A meta de inflação do CMN para 2026 é de 3% central, com teto de 4,5%. A nova projeção do governo está exatamente no limite superior da margem de tolerância.
Se confirmada, a inflação de 2026 será a mais alta desde 2022 (quando o IPCA foi de 5,79%).
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