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A balança comercial brasileira teve, em 2019, o menor superávit desde 2015. Na comparação com 2018, houve uma queda de 19,6% no saldo positivo. Números foram divulgados pelo Ministério da Economia.
Se as exportações superam as importações, o resultado é de superávit. Se acontece o contrário, o resultado é de déficit.
De acordo com o Ministério da Economia, porém, o “objetivo central” da agenda comercial brasileira é o aumento da corrente de comércio, ou seja, tanto das exportações quanto das importações, por meio de uma maior integração econômica com outras nações.
“Não há grande exportador que não seja grande importador. Saldo comercial não é métrica relevante do desempenho comercial de um país, tão pouco do acúmulo de renda e riqueza. (…) Os EUA têm déficit comercial há décadas, sendo uma das economias mais prósperas do planeta”, diz o governo.
De acordo com o governo, os principais compradores de produtos brasileiros no ano passado foram:
- China, Hong Kong e Macau: US$ 65,389 bilhões;
- Estados Unidos: US$ 29,556 bilhões;
- Países Baixos: US$ 10,100 bilhões;
- Argentina: US$ 9,714 bilhões;
- Japão: US$ 5,410 bilhões.