🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (17) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (17) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (16) que a China realizou o que classificou como “o maior comprometimento de dados eleitorais da história”, ao obter ilegalmente informações de aproximadamente 220 milhões de eleitores americanos. A declaração foi feita durante um pronunciamento em horário nobre na Casa Branca, no qual o presidente também anunciou uma série de investigações sobre o caso.
5 mais vendidos da semana em Beleza e Cuidado Pessoal; confira a lista
Segundo Trump, a suposta operação chinesa ocorreu ao longo de vários anos, com início durante o ciclo eleitoral de 2020.
“Ao longo de vários anos, começando durante o ciclo eleitoral de 2020, a República Popular da China realizou o que se acredita ser o maior comprometimento de dados eleitorais da história, resultando na aquisição ilícita de 220 milhões de registros de eleitores americanos”, afirmou.
De acordo com o presidente, os dados obtidos incluiriam nomes, endereços, números de telefone, filiação partidária e outras informações consideradas sensíveis para o cadastro eleitoral.
Trump afirmou que esse material poderia ser utilizado tanto para registros eleitorais quanto para outras atividades ilícitas.
“Essa perda de dados representa um pesadelo sem precedentes para a segurança das eleições.”
10 carregadores iPhone com até 67% OFF – confira a lista no ML
Unidade chinesa teria sido criada para explorar os dados
O presidente também declarou que relatórios de inteligência apontam que o governo chinês criou uma unidade específica para explorar as informações obtidas.
Segundo Trump, integrantes da comunidade de inteligência americana já sabiam, desde 2020, que parte dos dados eleitorais havia sido acessada pela China, mas essa informação não teria chegado ao então presidente antes da eleição daquele ano.
Acusações contra o “deep state”
Durante o discurso, Trump voltou a acusar integrantes do chamado “deep state” (Estado profundo) de ocultarem deliberadamente informações sobre a interferência chinesa.
Segundo ele, membros de agências de inteligência minimizaram os fatos e impediram que tanto a Presidência quanto a população tomassem conhecimento da dimensão do caso.
O presidente afirmou ainda que analistas de inteligência chegaram a alterar deliberadamente os relatórios diários entregues ao presidente para omitir referências às atividades chinesas relacionadas às eleições.
Além disso, disse que uma funcionária do FBI teria afirmado, em mensagens internas, que conduzia um “governo paralelo” para impedir que essas informações viessem a público.
Alegações sobre votos para Joe Biden
Trump também afirmou que informações obtidas pelo FBI em 2020 apontariam uma tentativa da China de produzir votos ilegais em favor do então candidato democrata Joe Biden.
Segundo ele, essas informações foram ocultadas por burocratas federais durante seu primeiro mandato e jamais chegaram aos seus briefings diários de inteligência.
O presidente afirmou que parte desses documentos foi encontrada posteriormente em “burn bags”, sacos utilizados pelo governo americano para armazenar documentos destinados à destruição.
Ordem para investigação
Ao final do pronunciamento, Trump anunciou que determinou uma ampla investigação conduzida pelo Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI), pelo Departamento de Justiça (DOJ), pelo FBI e pela CIA.
Segundo o presidente, os órgãos deverão apurar:
- por que essas informações foram ocultadas;
- quem participou do suposto encobrimento;
- se houve violação da lei;
- e se devem ser apresentadas acusações criminais contra os envolvidos.
China e a estratégia contra os EUA
Trump afirmou ainda que documentos de inteligência indicam que, desde meados de 2019, Pequim desenvolveu uma estratégia voltada a enfraquecer a confiança dos americanos em seu governo.
Segundo ele, o objetivo seria desacreditar sua administração e influenciar a percepção pública durante o processo eleitoral.
Contexto das investigações
Já existiam registros públicos indicando que autoridades chinesas tiveram acesso a bases de dados eleitorais de alguns estados americanos.
Um relatório de inteligência desclassificado em 2022 apontou que autoridades chinesas analisaram informações de registros eleitorais estaduais. No entanto, o número de 220 milhões de registros supostamente comprometidos nunca havia sido divulgado oficialmente antes do pronunciamento de Trump.
Histórico das acusações sobre a eleição de 2020
Trump voltou a defender que irregularidades eleitorais influenciaram a eleição presidencial de 2020, vencida por Joe Biden.
Ao longo dos últimos anos, o presidente criticou repetidamente o voto pelo correio, as máquinas de votação, o tempo de apuração dos votos e os procedimentos adotados por alguns estados.
Entretanto, até o momento não foram apresentadas provas públicas que demonstrem fraude em escala suficiente para alterar o resultado da eleição presidencial de 2020, conclusão que também foi adotada por auditorias, tribunais e investigações realizadas após o pleito.
Medidas adotadas no segundo mandato
Desde que retornou à Casa Branca, Trump assinou diversas ordens executivas voltadas ao fortalecimento da segurança eleitoral.
Entre elas estão medidas destinadas a pressionar estados a ampliar os mecanismos de verificação de identidade dos eleitores e endurecer as regras para votação por correspondência.
O governo também reabriu investigações relacionadas à eleição de 2020, especialmente na Geórgia, estado onde Joe Biden venceu por pequena margem naquele ano.
No início deste ano, uma operação supervisionada pela ex-diretora de Inteligência Nacional Tulsi Gabbard resultou na apreensão de mais de 600 caixas contendo cédulas da eleição de 2020 em um centro eleitoral do Condado de Fulton.
Trump também questionou recentemente a demora na apuração das eleições primárias realizadas na Califórnia e classificou a disputa pela prefeitura de Los Angeles como “fraudulenta” após mudanças no resultado durante a contagem dos votos.
Save America Act
O pronunciamento também ocorreu enquanto o Congresso discute o Save America Act, projeto apoiado por Trump que prevê diversas mudanças nas eleições federais.
Entre as propostas estão a exigência de comprovação da cidadania americana — por meio de documentos como passaporte ou certidão de nascimento — para o registro de eleitores, além de outras medidas voltadas ao reforço da segurança eleitoral.
O projeto enfrenta dificuldades para avançar no Senado devido à oposição democrata e às divergências entre alguns parlamentares republicanos.
Reação da oposição
Antes do pronunciamento, o senador Bernie Moreno afirmou que o discurso trataria da segurança eleitoral e da atuação da China e classificou a fala como possivelmente “o pronunciamento presidencial mais importante desde a Crise dos Mísseis de Cuba”.
Já os democratas criticaram duramente a iniciativa.
O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, acusou Trump de utilizar um pronunciamento nacional para voltar a discutir as eleições de 2020 em vez de concentrar esforços em temas econômicos e administrativos.
Segundo Schumer, o presidente deveria priorizar a redução do custo de vida, o funcionamento do governo e o combate à corrupção, em vez de retomar alegações sobre o pleito de quatro anos atrás.
O debate ocorre às vésperas das eleições legislativas de 2026, nas quais os republicanos tentarão manter suas atuais maiorias na Câmara dos Representantes e no Senado.























































































