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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA taxa de desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre de 2026 em 5,4%, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (14). O país soma 5,9 milhões de pessoas em busca de trabalho.
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O resultado representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre do ano, quando a taxa estava em 6,1%, e recuo de 0,4 ponto percentual frente ao mesmo período de 2025 (5,8%). Na comparação com o trimestre móvel encerrado em maio, a redução foi de 0,2 ponto percentual.
Desemprego por estado
A taxa de desocupação diminuiu em 13 das 27 unidades da Federação. As maiores quedas ocorreram no Rio Grande do Norte (-1,9 ponto percentual), Acre (-1,6 p.p.) e Paraíba (-1,6 p.p.). Também registraram recuo: Tocantins (-1,5 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia (-1,0 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.) e Santa Catarina (-0,6 p.p.).
Maiores e menores taxas
Santa Catarina registrou a menor taxa de desemprego do país, com 2,1%, seguida por Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
Na outra ponta, o Amapá tem a maior taxa de desocupação do Brasil, com 9,8%. Em seguida aparecem Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%).
Perfil dos desempregados
A taxa de desemprego por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres. Por cor ou raça, a média nacional de 5,4% ficou abaixo da registrada entre pretos (6,9%) e pardos (6,1%), enquanto a população branca teve índice de 4,2%.
Escolaridade
Pessoas com ensino médio incompleto apresentam a maior taxa de desocupação (9,0%). Entre quem tem nível superior incompleto, o índice é de 5,6%, quase o dobro do verificado para quem concluiu a faculdade (3,0%).
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