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🧡 Ver Ofertas na ShopeePresidente do STF rejeita questão de ordem de Gilmar Mendes e defende que a análise sobre Moraes siga nesta terça-feira (15); plenário ainda vai votar sobre o questionamento.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, votou nesta terça-feira (15) para manter separadas as análises das condutas de Alexandre de Moraes e de André Mendonça. Na retomada da sessão plenária, Fachin se posicionou contra uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, que pedia o julgamento conjunto dos relatórios da Polícia Federal sobre os dois ministros.
Com o voto, Fachin defendeu que o julgamento sobre Moraes continue a ser analisado na sessão desta terça-feira. O presidente do STF também foi contra a redistribuição do relatório sobre Alexandre de Moraes, que ele puxou para o seu gabinete. Gilmar Mendes defendia que houvesse um sorteio para a definição de um novo relator, alegando que é isso que está previsto no Regimento Interno da Corte.
Os demais ministros ainda vão se posicionar sobre o questionamento apresentado por Gilmar Mendes, que foi sugerido pelo ministro Flávio Dino.
Entenda a crise no STF
A crise se intensificou após o ministro André Mendonça levantar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master. Um dos documentos apontou 52 mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de encontros presenciais entre os dois e de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes.
A divulgação dos documentos provocou um confronto entre Moraes e André Mendonça, relator das investigações do caso Master. Moraes acusou o colega de fazer uma liberação “seletiva” dos autos e de omitir documentos. Mendonça negou e afirmou que manteve sob sigilo apenas informações necessárias para preservar investigações em andamento e dados de terceiros.
A disputa também envolveu o acesso às provas extraídas do celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pediram acesso integral ao material. Após determinação de Zanin, a PF confirmou, na segunda-feira (14), ter entregue cópias do acervo digital aos três gabinetes. A PGR também se manifestou a favor da ampliação do acesso aos documentos.
Diante do conflito, o presidente do STF, Edson Fachin, decidiu separar os processos. O caso que envolve as mensagens entre Vorcaro e Moraes será analisado pelo Plenário nesta terça-feira (15). Já as acusações de Moraes contra Mendonça ficaram para 23 de setembro.


































































