Apesar da alta registrada no dia, o Bitcoin ainda está distante de seu máximo histórico, de US$ 126.198 por unidade. Na semana passada, a criptomoeda havia recuado mais de 4%, e o movimento desta segunda-feira indica uma tentativa de recuperação.
Contexto do mercado
O desempenho do Bitcoin ocorre em meio a uma semana importante para o mercado de criptomoedas. Na terça-feira (15), o Senado dos Estados Unidos deve votar o Digital Asset Market Clarity Act, projeto de lei que estabelece regras para o setor no país. A expectativa em torno da votação tem contribuído para o otimismo entre investidores.
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Além disso, o mercado acompanha a reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, marcada para esta semana. As expectativas em relação à política de juros têm contribuído para a volatilidade dos ativos digitais. Dados de inflação mais elevados e declarações consideradas mais duras do presidente do Fed, Kevin Warsh, pressionaram o mercado na semana passada.
A capitalização total do mercado de criptomoedas ultrapassou US$ 2,77 trilhões nesta segunda-feira, com alta de 2,3% nas últimas 24 horas. O Bitcoin liderava os ganhos entre as principais criptomoedas.
Histórico do Bitcoin
O Bitcoin foi a primeira criptomoeda descentralizada amplamente adotada. O projeto foi apresentado em 2008 por uma pessoa ou grupo sob o pseudônimo Satoshi Nakamoto. A rede começou a operar em janeiro de 2009, com a proposta de permitir transferências de valor sem a necessidade de uma autoridade central.
A eleição de Donald Trump, em 2024, foi acompanhada por uma valorização significativa do Bitcoin e de outras criptomoedas. Naquele ano, a moeda digital renovou seu recorde de preço e ultrapassou a marca de US$ 107 mil por unidade, em meio à expectativa de uma postura mais favorável do governo americano ao setor e à proposta de criação de uma reserva estratégica de Bitcoin nos Estados Unidos.
Em março de 2024, o Bitcoin também havia alcançado um novo recorde, superando os US$ 73 mil por unidade, impulsionado, entre outros fatores, pela expectativa e posterior aprovação de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. O movimento contribuiu para ampliar o fluxo de capital para o mercado de criptomoedas e o interesse institucional pelo ativo.
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Como comprar criptomoedas
Para comprar e negociar criptomoedas, os investidores podem utilizar corretoras e plataformas especializadas, conhecidas como exchanges. Os preços são determinados pela oferta e pela demanda e podem apresentar oscilações expressivas em períodos curtos.
Quanto maior a demanda por determinada criptomoeda, maior pode ser sua valorização. Da mesma forma, uma redução no interesse dos investidores pode provocar quedas significativas.
Especialistas, no entanto, alertam que investir em criptomoedas envolve riscos elevados, principalmente devido à forte volatilidade desses ativos. Os preços podem apresentar movimentos acentuados tanto de alta quanto de queda, o que pode resultar em perdas significativas para os investidores.