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🧡 Ver Ofertas na ShopeePesquisa divulgada nesta segunda-feira (14) mostra que 56% dos eleitores não confiam na Corte, alta de 10 pontos em relação a agosto; apenas 9% dizem confiar muito no tribunal.
A desconfiança dos eleitores em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) subiu para 56%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14). O índice representa um aumento de 10 pontos percentuais em relação a agosto, período que coincide com o agravamento da crise interna na Corte. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro de 2026.
Quando perguntados se confiam no STF, os eleitores responderam: 56% não confiam, 30% confiam pouco e apenas 9% confiam muito. Outros 5% não souberam ou não responderam. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais. Foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026, custou R$ 314.628 e foi financiado pelo Grupo Globo.
Avaliação da conduta dos ministros
A pesquisa também questionou os eleitores sobre a atuação dos ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes na crise da Corte. Sobre quem age de forma correta, 37% responderam que é Mendonça, enquanto 16% apontaram Moraes. Outros 20% disseram que nenhum dos dois age corretamente, 2% afirmaram que ambos agem corretamente, e 25% não souberam ou não responderam.
Mendonça foi o relator do caso Master e o responsável por retirar o sigilo dos relatórios da Polícia Federal que revelaram a ligação entre Moraes e o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Contexto da crise
O STF se reúne nesta terça-feira (15) para decidir se abre uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes com base no relatório da Polícia Federal sobre as mensagens trocadas com Vorcaro. A sessão plenária extraordinária está marcada para as 10h e será transmitida ao vivo pela TV Justiça, Rádio Justiça e pelo canal oficial da Corte no YouTube.
A crise no tribunal se intensificou no início de setembro, após Mendonça retirar o sigilo de parte dos documentos da investigação sobre o Banco Master. Em resposta, Moraes apresentou um pedido de apuração contra Mendonça por abuso de autoridade, que será analisado em 23 de setembro, após decisão do presidente do STF, Edson Fachin, de separar as duas análises.

































































