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🧡 Ver Ofertas na ShopeePapéis da estatal chegam a R$ 54,55 no primeiro pregão após o pleito; mercado reage à vantagem de Flávio Bolsonaro e à guinada à direita no Congresso
As ações da Petrobras iniciaram a semana como um dos principais destaques positivos do mercado financeiro brasileiro. Por volta das 11h30 desta segunda-feira (5), no primeiro pregão após o pleito, os papéis da estatal registravam alta de 6,61%, cotados a R$ 54,55, impulsionados pela reação dos investidores aos resultados das urnas e ao cenário de forte guinada à direita no país.
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O movimento reflete o resultado do primeiro turno da eleição presidencial de 2026, marcado por um panorama político que analistas classificam como o mais alinhado ao setor privado desde a redemocratização, em 1985. O senador e candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, terminou a disputa na liderança com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a marca, Flávio obteve cerca de 5 milhões de votos a mais do que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na mesma etapa do pleito de 2022. A decisão presidencial ocorrerá no segundo turno, agendado para 25 de outubro.
Avanço histórico da direita no Congresso Nacional
A onda conservadora observada nas urnas se estendeu de forma contundente à composição do Parlamento para a próxima legislatura. O Congresso Nacional contará com quatro integrantes da família Bolsonaro a partir de 2027, consolidando uma bancada de forte projeção nacional. O grupo familiar será representado por Michelle Bolsonaro (PL-DF), eleita senadora pelo Distrito Federal; Carlos Bolsonaro (PL-SC), senador por Santa Catarina; Jair Renan (PL-SC), deputado federal também por Santa Catarina; e Renato Bolsonaro (PL-SP), deputado federal eleito por São Paulo.
Impulsionado pelo desempenho nacional, o Partido Liberal (PL) assegurou a maior bancada do Senado Federal a partir de 2027, com 28 cadeiras. O número representa mais do que o triplo da segunda maior força da Casa, o Partido dos Trabalhadores (PT), que contará com nove senadores na próxima legislatura, redesenharando de maneira definitiva a correlação de forças políticas em Brasília.




































































