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🧡 Ver Ofertas na ShopeeNa segunda semana da campanha do segundo turno presidencial de 2026, 46% dos eleitores dizem que não votariam em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de forma alguma, ante 44% que rejeitam Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) e realizada em todo o país entre terça-feira (13) e quarta (14), com margem de erro de dois pontos percentuais.
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Os índices mantêm o cenário de polarização e configuram empate técnico, já que há uma semana o levantamento apontava 46% de rejeição ao presidente e 43% ao senador, após os dois avançarem ao segundo turno com a menor diferença da história, em favor do filho de Jair Bolsonaro.
Avaliação do governo e imagem do presidente
Nesta mesma fase da disputa, 41% dos entrevistados classificam o governo Lula como ruim ou péssimo, enquanto 35% o avaliam como ótimo ou bom e 23% como regular, segundo outro levantamento Datafolha feito de terça (13) a quinta (15), também com margem de erro de dois pontos percentuais.
Na rodada anterior, 40% consideravam o governo ruim ou péssimo, 35% ótimo ou bom e 24% regular. Já a avaliação pessoal do presidente mostra 50% de reprovação e 48% de aprovação, contra 49% e 48% há uma semana, o que mantém o quadro de empate técnico.
Voto por rejeição e escolha do adversário
Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 17% afirmam que votam no senador principalmente para impedir um quarto mandato de Lula. Entre os que declaram voto no presidente, 12% dizem que a motivação é evitar a chegada do rival ao Palácio do Planalto.
Considerando toda a amostra, 78% afirmam que escolhem o melhor candidato, enquanto 14% votam para derrotar o adversário. Ainda segundo o Datafolha, 93% dizem estar certos do voto e 7% admitem mudar de opção.
A taxa de convicção chega a 95% entre eleitores de Flávio e a 94% entre apoiadores de Lula, enquanto 5% e 6%, respectivamente, admitem a possibilidade de troca.
Intenção de voto segue em empate técnico
Nos votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 51% das intenções de voto, contra 49% de Lula, diferença que configura empate técnico dentro da margem de erro. Há uma semana, o senador marcava 52%, e o presidente, 48%.
Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio aparece com 47% e Lula com 45%. Em relação ao levantamento anterior, o primogênito de Jair Bolsonaro oscilou de 49% para 47%, enquanto o petista permaneceu em 45%.
A queda do senador se refletiu no aumento de brancos e nulos, que passaram de 5% para 6%, e dos indecisos, que variaram de 1% para 2%. O Datafolha ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios, em pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-00466/2026.
Desempenho por região, renda e religião
Do ponto de vista regional, Flávio mantém vantagem importante no Sudeste, que concentra 42% da amostra, com 51% dos votos totais contra 41% de Lula, patamar semelhante ao da semana anterior. No Sul, o senador lidera por 57% a 35%.
Entre eleitores que ganham de 2 a 5 salários mínimos, grupo que responde por 37% da amostra, Flávio marca 55%, ante 40% do presidente. Ele também abre frente entre os 30% de evangélicos, por 62% a 29%, apesar de ter oscilado sete pontos para baixo nesse segmento, dentro da margem de erro específica de quatro pontos.
Lula compensa com a força entre os 47% de eleitores mais pobres, onde tem 53% contra 38% do rival, e entre os 48% de católicos, grupo em que vence por 52% a 42%. O petista também lidera entre os 27% de menos instruídos, por 56% a 36%, e entre os 27% de nordestinos, com 61% a 32%.
Na divisão por gênero, Lula tem 49% a 40% entre as mulheres, que representam 51% dos entrevistados, enquanto Flávio lidera entre os homens, com 52% a 40%.
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